Trânsitos - como funcionam (para estudantes avançados)

31 de maio de 2013 · 1 comentários

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Aviso aos leitores não iniciados em astrologia: este é um post muito técnico.

A propósito de um post anterior, intitulado «Interpretação dos trânsitos para principiantes» (clicar aqui), apresento um exemplo prático dividido em 2 partes. Não é um exemplo qualquer, pois é bem real, à data em que escrevo este artigo. Foi retirado do mapa de uma das amigas que frequentam este blogue. Quem é? Quem é?

Para escolher este mapa, olhei para vários, pois interessava-me especialmente procurar um trânsito vivaço que envolvesse um planeta pessoal – Marte -, por ser o mais demorado dos pessoais. A dona do mapa irá reconhecer imediatamente que é do mapa dela que falo.
Aqui vamos nós, iniciando pela criação do cenárioMarte em trânsito, em Carneiro/Áries (18º), na Casa 4 faz oposição a Úrano natal em Balança/Libra (19º 11’), na casa 10. Para os leitores mais avançados em astrologia: este planeta está a 1º 39’ da cúspide da Casa 11 da dona deste mapa. Faço esta ressalva, pois, como se sabe, um planeta natal que esteja a 3º da casa seguinte, influencia grandemente essa casa. Há linhas astrológicas que indicam até 5º de diferença. Concedo estes 5º em circunstâncias muito especiais, o que não é o caso.
No post anterior escrevi que os componentes básicos de um trânsito são estes:
1 – Ter em conta a natureza do planeta natal que recebe o trânsito, assim como o seu posicionamento por signo e casa.
Neste caso estamos a falar de Úrano em Balança/Libra, na casa 10. A natureza deste planeta com este posicionamento, diz-nos que é uma pessoa moderna e avançada com noções avant-gard sobre relacionamentos, intensas experiências de vida, um âmbito social alargado que toca ambos os extremos do espectro comunitário, que irá contribuir para a sociedade com valores diferentes mas amplamente apreciados, que podem ir de noções de justiça, códigos legais a práticas profissionais. A astrologia e outras terapias pouco convencionais, podem estar envolvidas. A ênfase principal é a sociedade.
Por estar na Casa 10, será alguém que profissionalmente é visto como pouco comum. Lembro-me de ter visto uma fotografia da dona do mapa a escalar um monte, à corda, acompanhando os operários com quem trabalha. Esta posição predispõe a pessoa para áreas científicas, humanitárias e ocultas; electrónica, matemática e astrologia são profissões típicas. Seja qual for a carreira escolhida, haverá inovações nos métodos e técnicas. São pessoas que têm muita força de vontade e fazem contribuições singulares na profissão. Uma certa dificuldade de lidar com pessoas em posições de autoridade.
Não posso alongar-me mais, para isto não se transformar num manual. Os principiantes que ainda não estejam preparados para um curso formal, podem estudar e aprofundar estas matérias no site da «Escola de Astrologia Nova-Lis». Este aviso serve para o resto do exemplo.
2 – A seguir, concentre-se na natureza do planeta em trânsito.

Como indiquei mais acima, trata-se de Marte em Carneiro/Áries, na Casa 4.

Marte a transitar por Carneiro/Áries caracteriza uma energia irreprimível que precisa encontrar uma maneira de se expressar. Esta é a posição básica do impulso inicial para a acção e auto-expressão, conduzindo à experiência evolucionária. Ao trânsitar por este signo indica energia, iniciativa, coragem e impulsividade. O impulso de realizar coisas leva à criatividade e ao início de muitos novos projectos. Há capacidade de liderança. Não esqueçamos que é um signo cardinal. Por estar a passar pela Casa 4, este montão de energia toca naquilo que são as bases das pessoas, da família, de propriedades imobiliárias. 

Portanto, sabendo que estes dois planetas estão em contacto, podemos dizer que há uma «premência», uma «necessidade intensa», uma «vontade inquestionável» naquilo em que se manifestar o trânsito.

3 – Obviamente, ter em conta o ângulo do trânsito para determinarmos que aspecto faz.

Na data em que iniciei a escrita deste artigo, o mapa desta pessoa dizia-me que entre Marte em trânsito e Úrano natal havia cerca de 180º a separá-los. O aspecto é a oposição. Isto diz-nos que a «premência», da «necessidade intensa» ou da «vontade inquestionável» que mencionei acima tinha que ser resolvida de alguma maneira. Há uma luta de opostos com potencial de integração. Porque Marte, em saindo desta oposição (quando publicar o texto, talvez tenha saído) encaminha-se para aspectos facilitadores com Úrano.

O que quer que seja a ser feito, tem que funcionar com imensa energia, alguns solavancos, a planificação a não funcionar em pleno (dependendo de outros aspectos, claro!). Como envolve as casas 4 e 10/11 da dona do mapa, apresentaria as hipóteses prováveis para este trânsito, analisando apenas estes breves componentes básicos de um trânsito:

a) Terá havido alterações na casa onde a dona do mapa vive? Essas alterações foram ocasionadas por situações de alguma forma inesperada? [Úrano]

b) Havia planos para essas possíveis alterações, [Marte] mas tiveram que ser postos em prática antes 
[Úrano] da altura em que eventualmente teria sido mais desejado ou planificado?

c) Terão sido obras ou uma mera limpeza com umas pinturas à mistura, para refrescar o ambiente?
 [Marte]

d) As alterações 
[Úrano] que ocorreram não foram feitas de forma insensata, pois ambos signos são cardinais [Carneiro/Áries - Balança/Libra]. No entanto, envolveu cansaço e grande esforço físico. [Marte]

e) Será que as alterações 
[Úrano] ocorridas envolveram equipamentos sofisticados?[Úrano] 

f) As alterações mencionadas terão sido levadas ao extremo de poderem representar mudança de casa?
[Marte/Úrano]

g) Será que para a concretização destas alterações, houve envolvimento de meios profissionais ou de amizade da dona do mapa? 
[Casa 10/11 - exemplos: ajuda física, empréstimo de viaturas, etc.]

Seguiram o meu raciocínio ou fui muito confuso na explicação?

Qual é a sua opinião? Agradeço contribuições e debate nos comentários. 

Peço à pessoa visada – ela sabe quem é – que não facilite demasiado com a sua resposta, mas fica desde já convidada a voltar a este post mais tarde, para nos esclarecer devidamente. É o feedback do cliente.

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Astrid Annabelle, parabéns pelo seu aniversário

30 de maio de 2013 · 8 comentários




Astrid Annabelle é a minha amiga mais antiga na internet. E faz tanto tempo que nem me lembro quando, e até chego a ter a impressão que não usámos blogues em 2003, quando surgiram apenas em língua inglesa, mas em 2005 já estávamos bem orientados na arte de blogar. Devemos ter sido dos primeiros a experimentar esta nova forma de comunicação.


É consultora e terapeuta em ciências metafísicas. Mestre em: Reiki Usui, Karuna Reiki, Seichim-SKHM Reiki, Magnified Healing, Cura Prânica. Palestrante, professora. Realiza iniciações, cursos e vivências.



Como sannyasi recebeu o nome de Ma Jivan Prabhuta, que significa a "Mãe que irradia a força da vida".

Clique para aumentar a imagem e poder ver todos os pormenores do mapa natal.





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E, finalmente, o paraíso:

Ubatuba, Brasil.


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Escritor Mia Couto ganha Prémio Camões

28 de maio de 2013 · 3 comentários


No mapa do autor Mia Couto [5 Julho 1955 - Beira, Moçambique] e sem nenhuma surpresa e à primeira vista tem SÓ este magnífico trânsito, tudo em Gémeos, com data de 27-5-2013, o signo da comunicação, dos jornalistas, dos escritores: planetas em trânsito - Vénus [23º03'], Júpiter [23º27'] e Mercúrio [25º08'] fazem conjunção apertada aos seguintes planetas natais: Mercúrio [22º03], Vénus [26º50'] e um não planeta que é o eixo nodal a 25º 36'. Catrapum: caiu-lhe merecidamente o Prémio Camões em cima. 

Mas não contente com isto, Júpiter em trânsito faz um trígono a Neptuno [25º 28 Rx Balança] e um sextil a Plutão [25º06'].

Um Saturno T muito bem colocado, quase a iniciar o 2º retorno, em Escorpião, que como se sabe também significa «dinheiro dos outros». Os 100.000 euros do Prémio Camões são, obviamente «dinheiro dos outros».

O mapa em trânsito do escritor está recheado de momentos astrológicos muito felizes.

Clicarem janela separada para aumentar e poder ver melhor.



«O vencedor do prémio literário mais importante da criação literária da língua portuguesa é o escritor moçambicano autor de livros como Raiz de Orvalho, Terra Sonâmbula e A Confissão da Leoa . É o segundo autor de Moçambique a ser distinguido, depois de José Craveirinha em 1991.

O júri justificou a distinção de Mia Couto tendo em conta a “vasta obra ficcional caracterizada pela inovação estilística e a profunda humanidade”, segundo disse à agência Lusa José Carlos Vasconcelos, um dos jurados.

A obra de Mia Couto, “inicialmente, foi muito valorizada pela criação e inovação verbal, mas tem tido uma cada vez maior solidez na estrutura narrativa e capacidade de transportar para a escrita a oralidade”, acrescentou Vasconcelos. Além disso, conseguiu “passar do local para o global”, numa produção que já conta 30 livros, que tem extravasado as suas fronteiras nacionais e tem “tido um grande reconhecimento da crítica”. Os seus livros estão, de resto, traduzidos em duas dezenas de línguas.

Do júri, que se reuniu durante a tarde desta segunda-feira no Palácio Gustavo Capanema, sede do Centro Internacional do Livro e da Biblioteca Nacional, fizeram também parte, do lado de Portugal, a professora catedrática da Universidade Nova de Lisboa Clara Crabbé Rocha (filha de Miguel Torga, o primeiro galardoado com o Prémio Camões, em 1989), os brasileiros Alcir Pécora, crítico e professor da Universidade de Campinas, e Alberto da Costa e Silva, embaixador e membro da Academia Brasileira de Letras, o escritor e professor universitário moçambicano João Paulo Borges Coelho e o escritor angolano José Eduardo Agualusa.

Também em declaração à Lusa, Mia Couto disse-se "surpreendido e muito feliz" por ter sido distinguido com o 25º. Prémio Camões, num dia que, revelou, não lhe estava a correr de feição. “Recebi a notícia há meia hora, num telefonema que me fizeram do Brasil. Logo hoje, que é um daqueles dias em que a gente pensa: vou jantar, vou deitar-me e quero me apagar do mundo. De repente, apareceu esta chamada telefónica e, obviamente, fiquei muito feliz”, comentou o escritor, sem adiantar as razões.

O editor português de Mia Couto, Zeferino Coelho (Caminho), ficou também “contentíssimo” quando soube da distinção. “Já há muitos anos esperava que lhe dessem o Prémio Camões, finalmente veio”, disse ao PÚBLICO, lembrando que passam agora 30 anos sobre a edição do primeiro livro de Mia Couto em Moçambique, Raiz de Orvalho.

O escritor não virá à Feira do Livro de Lisboa, actualmente a decorrer no Parque Eduardo VII, porque esteve na Feira do Livro de Bogotá, depois foi para o Canadá e só recentemente voltou a Maputo. Zeferino Coelho espera que o autor regresse a Portugal na rentrée, em Setembro ou Outubro.

No entanto esta distinção não o vai desviar do seu novo romance, sobre Gungunhana, personagem histórico de Moçambique. "O prémio não me desvia. Estou a escrever uma coisa que já vai há algum tempo, um ano, mais ou menos, e é sobre um personagem histórico da nossa resistência nacionalista, digamos assim, o Gungunhana, que foi preso pelo Mouzinho de Albuquerque, depois foi reconduzido para Portugal e acabou por morrer nos Açores”, disse  Mia Couto, à agência Lusa. “Há naquela figura uma espécie de tragédia à volta desse herói, que foi mais inventado do que real, e que me apetece retratar”, sublinhou.

Nascido em 1955, na Beira, no seio de uma família de emigrantes portugueses, Mia Couto começou por estudar Medicina na Universidade de Lourenço Marques (actual Maputo). Integrou, na sua juventude, o movimento pela independência de Moçambique do colonialismo português. A seguir à independência, na sequência do 25 de Abril de 1974, interrompe os estudos e vira-se para o jornalismo, trabalhando em publicações como A Tribuna, Tempo e Notícias, e também a Agência de Informação de Moçambique (AIM), de que foi director.

Em meados da década de 1980, regressa à universidade para se formar em Biologia. Nessa altura, tinha já publicado, em 1983, o seu primeiro livro de poesia, Raiz de Orvalho.

"O livro surgiu em 1983, numa altura em que a revolução de Moçambique estava em plena pujança e todos nós tínhamos, de uma forma ou de outra, aderido à causa da independência. E a escrita era muito dominada por essa urgência política de mudar o mundo, de criar um homem e uma sociedade nova, tornou-se uma escrita muito panfletária”, comentou Mia Couto em entrevista ao PÚBLICO (20/11/1999), aquando da reedição daquele título pela Caminho.

Em 1986 edita o seu primeiro livro de crónicas, Vozes Anoitecidas, que lhe valeu o prémio da Associação de Escritores Moçambicanos. Mas é com o romance, e nomeadamente com o seu título de estreia neste género, Terra Sonâmbula (1992), que Mia Couto manifesta os primeiros sinais de “desobediência” ao padrão da língua portuguesa, criando fórmulas vocabulares inspiradas da língua oral que irão marcar a sua escrita e impor o seu estilo muito próprio.

“Só quando quis contar histórias é que se me colocou este desafio de deixar entrar a vida e a maneira como o português era remoldado em Moçambique para lhes dar maior força poética. A oralidade não é aquela coisa que se resolve mandando por aí umas brigadas a recolher histórias tradicionais, é muito mais que isso”, disse, na citada entrevista. E acrescentou: “Temos sempre a ideia de que a língua é a grande dama, tem que se falar e escrever bem. A criação poética nasce do erro, da desobediência.”

Foi nesse registo que se sucederam romances, sempre na Caminho, como A Varanda do Frangipani (1996), Um Rio Chamado Tempo, Uma Casa Chamada Terra (2002 – que o realizador José Carlos Oliveira haveria de adaptar ao grande ecrã), O Outro Pé da Sereia (2006), Jesusalém (2009), ou A Confissão da Leoa (2012). A propósito dos seus últimos livros, o escritor confessou algum cansaço por a sua obra ser muitas vezes confundida com a de um jogo de linguagem, por causa da quantidade de palavras e expressões “novas” que neles aparecem.

Paralelamente aos romances, Mia Couto continuou a escrever e a editar crónicas e poesia – “Eu sou da poesia”, justificou, numa referência às suas origens literárias.

Na sua carreira, foi também acumulando distinções, como os prémios Vergílio Ferreira (1999, pelo conjunto da obra), Mário António/Fundação Gulbenkian (2001), União Latina de Literaturas Românicas (2007) ou Eduardo Lourenço (2012).

O escritor brasileiro João Ubaldo Ribeiro, Prémio Camões 2008, disse à Lusa, no Rio de Janeiro, que “Mia Couto é, sem dúvida, um dos escritores mais importantes da língua portuguesa, e esse prémio é o reconhecimento que sua obra já há tempo faz por merecer”. E congratulou-se “festivamente com Mia Couto e com a literatura moçambicana, que ele honra com sua arte e exemplo”.  

E o escritor português Vasco Graça Moura considerou também ser esta uma atribuição perfeitamente merecida. “Mia Couto é um grande escritor, parece-me perfeitamente justificado”,  disse à Lusa. Mia Couto é um “grande autor de língua portuguesa” e tem “uma capacidade de invenção verbal surpreendente. Por isso, na perspectiva do escritor português, a obra de Mia Couto “ultrapassa, de algum modo, os limites normais da prosa escrita em português”.

Nas anteriores 24 edições do Prémio Camões, Portugal e Brasil foram distinguidos dez vezes cada, a última das quais, respectivamente, nas figuras de Manuel António Pina (2011) e de Dalton Trevisan (2012). Angola teve, até ao momento, dois escritores citados: Pepetela, em 1997, e José Luandino Vieira, que, em 2006, recusou o prémio. De Moçambique fora já premiado José Craveirinha (1991) e de Cabo Verde Arménio Vieira (2009).

Criado por Portugal e pelo Brasil em 1989, e actualmente com o valor monetário de cem mil euros, este é o principal prémio destinado à literatura em língua portuguesa e consagra anualmente um autor que, pelo valor intrínseco da sua obra, tenha contribuído para o enriquecimento do património literário e cultural da língua comum.»

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Luísa Sal, do «Cristal de Cura» está de parabéns pelo seu aniversário

· 5 comentários







Clicar se quiser conhecer melhor o mapa natal.



Seu site Cristal de Cura, aqui.
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Facebook do Cristal de Cura, aqui


Palavras da própria aniversariante:

«Depois de muitos anos de trabalho espiritual no recolhimento do meu Eu interior, decidi em 2005, iniciar a minha caminhada espiritual de modo activo.

Os Cristais e a Cura foram as minhas escolhas para este período de transição e de ascensão que vim vivenciar. Divulgar o poder da Luz dos Cristais é um desafio maravilhoso para o meu Ser.

Como Terapeuta

São os Cristais os meus parceiros nas terapias que realizo. Realizo terapias com cristais, alinhamento de chacras e massagens com cristais e também faço terapias de Reiki. Quando necessário, associo à terapia o som de uma Taça de Cristal a fim de potenciar a vibração dos cristais !

Como Facilitadora / Divulgadora

Realizo Palestras, Workshops e Cursos de Cristais no Centro Cristal de Cura e noutros espaços. Também sou facilitadora de Cursos de Reiki Essencial.

A minha Formação

Fiz formação em cristais com a Dra. Luísa Neto e com o Prof. António Duncan.

Sinto-me sintonizada com os ensinamentos de Katrina Raphaell e JaneAnn Dow, bem como os conhecimentos xamânicos dos Índios Norte-Americanos, Maias e Azetcas.

Ma Jivan Prabhuta [Astrid Annabelle] na tarde em que deu
um workshop no Cristal de Cura, em 6 Junho 2011.

Para além de vários seminários, frequentei os seguintes cursos:

Reiki Usui Níveis I e II – Chetam Assen
Reiki Essencial III - Maria José Jacinto
Cura Multidimensional – Ana Paula Ivo
Cura Quântica Estelar e Reiki Magnificado – Rodrigo Romo
Magnified Healing Níveis I e II – Gisele King
WhiteTime and Gemstone Healing (I) – Bradford Tilden
Essências PHI (nível I) – Andreas Korte
Alquimia Cósmica II - Natan Kadan
Curso de Numerologia - Clara de Almeida
Curso Tarot – Clara de Almeida
Tarot  Kármico – Clara de Almeida
Iniciação ao Xamanismo - Maria Margarida Barros»

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O amarelo é o Verão

26 de maio de 2013 · 1 comentários

O amarelo é:

Atracção, charme, confiança, hipnose, fascinação.
Alegria, intelecto, comunicação, viagem, cativação.
Anjos do ar, signo do Leão, o Sol, Mercúrio (pálido).


Correspondências:

Energia, vontade, vitalidade, propósito,
purificação, sangue, Sol, desertos.

Direcção: Sul

Cores associadas: Encarnado, dourado, laranjas, branco.



Deusas pagãs: Brígida, Vesta, Bast, Sekhmet, Pele.

Deuses pagãos: Vulcão, Horus, Ra, Agni, Ea, Llyr.

Elementais da natureza: Salamandras.



Anjo: Miguel.

Signos do Zodíaco: Carneiro, Leão, Sagitário.

Estação: Verão.



Tempo do dia: Meio-dia.

Sentido: Vista.

Animais: Dragões, leões, cavalos.


Ferramentas para rituais: Varinha e velas.

Plantas: Alho, pimentos cebolas, mostarda.

Árvores: Amendoeira em flor.



Pedras ou jóias: Opala, ágata, rubi, obsidiana.

Incenso: Olíbano.



[Antes que me perguntem: as ilustrações escolhidas
não têm nenhuma relação com o texto.]

Robert Pattinson e Kristen Stewart terminaram a sua atribulada relação ao fim de pouco mais de 3 anos e meio

21 de maio de 2013 · 3 comentários


13 Maio 1986
8h32
London, England

Clicar para abrir em outra janela e poder ver o mapa com todos os pormenores.

9 Abril 1990
9h21
Los Angeles, California, USA

Clicar para abrir em outra janela e poder ver o mapa com todos os pormenores.




Como foi amplamente noticiado pela imprensa de 20 de Maio, este casal separou-se ao fim de quase 4 anos de relacionamento. No entanto, atendendo a que em Dezembro estes jovens da série de vampiros 'Twilight' que tanto furor causaram em todo o mundo, estiveram separados porque se soube de um caso de infidelidade de Kristen Stewart e o e o casado realizador Rupert Sanders, podemos afirmar que a relação deles, na prática foi de cerca 3 anos e meio.

Como tenho repetido aqui muitas vezes, estes relacionamentos, quando se tornam frágeis quebram sempre ao ritmo de Saturno, ou seja por grupos de 7 anos e mais meio período de 3 anos e meio. É frequente ourvir-se dizer que a relação terminou ao fim de 14 anos, 10 anos e meio, etc. Ainda agora, quem ouvir algumas conservas do actual Brig Brother VIP português, ouvem-se esses números. 


O casal de sonho Bella Swan e Edward Cullen (Kristen Stewart e Robert Pattinson) chegou ao fim. Quatro filmes e milhões de fãs em todo o mundo, o sonho terminou. Após o fenómeno de popularidade dos filmes "Crepúsculo" (2008), "Lua Nova" (2009) e "Eclipse" (2010) e "A Saga Twilight: Amanhecer" (dividido em 2 partes (2011 e 2012), teremos oportunidade de percebermos se a série continua ou se chegou tudo ao fim.


Quem se atrever a fazer a sinastria deste casal ficará com uma certeza:
ou arranjam rapidamente namorada e namorado, ou
pode acontecer uma recaída e voltarem a andar uns tempos.
O Saturno dela cravado na Casa VII dele é praticamente fatídico.

Ver posts sobre a série, aqui - aqui - aqui


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O Sol está hoje no meu Ascendente. Um 'pequeno nada' que me deixa sempre muito feliz

18 de maio de 2013 · 5 comentários


O 18 de Maio [às vezes é a 19] é aquele dia do ano que gosto muito. Um momento único, uma vez por ano, no mapa de qualquer um de nós, variando os dias consoante os mapas. Tudo isto porque hoje o Sol em trânsito está conjunto ao meu Ascendente (no grau 27º 48' de Touro), iluminando todo o meu mapa e a minha vida.


Nem imaginam o quanto me sinto feliz com este pequeno nada, por este pequeno acontecimento. Ocorrem sempre coisas boas nos dias anteriores e nos seguintes. Voltou a acontecer! Estou mesmo sorridente.


Os amigos mais antigos deste blogue talvez se lembrem da ilustração acima, que é sempre a mesma que uso para «este» dia especial, desde que criei o blogue. Pode comprovar aquiaqui - aqui - aqui - aqui. Um gemeniano também tem as suas rotinazinhas.

Não imaginam como me sinto feliz com este pequeno nada. Por isso, aqui ficam os meus agradecimentos:

- Grato a quem vem a este blogue e também aos que comigo interagem no «Facebook», «Google+» e também, aos que convivemos no chão deste nosso planeta.

- Grato aos amigos que fui fazendo. Grato aos «inimigos» que fui colectando, também.

- Grato às minhas irmãs. Grato ao meu gato Preto.

- Grato à Astrid Annabelle, minha alma irmã neste planeta e em toda a Criação, desde a Origem dos Tempos. Grato a mim mesmo, por cada vez me aceitar melhor.

- Grato a todos os astrólogos e praticantes ou estudantes de astrologia. Grato à astrologia e aos clientes, às pessoas e amigos que vou tendo e que aceitam o meu trabalho. Uma especial gratidão à Luísa Sal e ao «Cristal de Cura»; ela sabe o porquê.


- Grato aos astrólogos, colaboradores, visitantes e leitores do site «Escola de Astrologia Nova-Lis». Este site já não me pertence, pois foi doado ao universo. Já nem sequer faço a sua manutenção. Quando surgiu, foi um prenúncio dos Novos Tempos para o movimento astrológico em língua portuguesa no Sec. XXI.

- Grato a todas as pessoas que compartilham o grupo privado «Ilha», no Facebook. Grato a todos aqueles que reconhecem o trabalho que desenvolvo, desinteressadamente. Grato ao universo por me ajudar a viver de forma prazenteira.

- Grato pelo bem que me faz escutar este mantra delicioso - «Gayatri Mantra» [ou estas versões: aqui - aqui -aqui]. Das minhas vidas hindus. Fechem os olhos e oiçam. Grato pela canção que em mim ressoa como representativa de muitas minhas reencarnações passadas, o olhar para o Alto e o Além: «Les temps des cathedralles». 


- Grato à energia intrínseca do «Cova do Urso», como parte integrante de mim mesmo. 

- Grato aos meus entes falecidos e à minha comitiva espiritual.

- Grato a Jesus, que amo incondicionalmente.

- Finalmente, Grato a Deus. Como sabem, diz-se assim: «Graças a Deus».

Envio, espalho, reparto, partilho e recebo bençãos de todos e para todos.

Muito obrigado por todos que fizeram, fazem e farão parte desta minha caminhada, nesta minha última reencarnação, neste planeta que eu amo.

Abraços + beijos a todos.

António

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Alex Ferguson vai reformar-se no final desta temporada, análise astrológica

17 de maio de 2013 · 1 comentários



O histórico treinador do Manchester United, com todas as honras possíveis, decidiu reformar-se no final desta temporada após 27 anos à frente do clube de Old Trafford. A notícia espalhou-se pelo mundo no dia 8 de Maio de 2013, quando foi anunciada esta sua retirada de cena. A minha análise da sua retirada do futebol, tem por base essa data.

Alex Ferguson
(data de nascimento)
31 Dezembro 1941
16h30
Glasgow, Scotland, Reino Unido

Fará o seu último jogo no dia 19 Maio 2013 frente ao West Bromwich Albion, encerrando assim a sua época, que lhe trouxe ao longo de 27 anos importantes vitórias. Nomeado «Cavaleiro» pela Rainha, em 12-6-1999, o novíssimo Sir Alex Ferguson continuou a conquistar taças e campeonatos. Foram conquistados 13 títulos da Premier League, dez Supertaças, cinco Taças de Inglaterra, quatro Taças da Liga e duas Ligas dos Campeões, ao serviço do clube inglês.

José Mourinho, Jurgen Klopp (Dortmund), Pellegrini (Málaga) e, sobretudo, David Moyes, treinador do Everton, são os nomes apontados à sucessão de Ferguson, no Manchester United. Não irei mencionar aqui todas as homenagens que lhe foram feitas. O homem, nos próximos meses andará em almoços e jantaradas de homenagens. Oxalá ele saiba ser muito regrado e um cavalheiro à moda antiga para não se meter na vida do seu substituto.

Já em 2002 tinha dito que se reformava. mas foi convencido do contrário. Adiou para 2005 e a mesma decisão. Finalmente a 8 Maio 2013, anunciou que se reformava. Foi desta.


Trânsito do mapa de Alex Ferguson com data de 8-5-2013
Clicar em janela separada para poder ver o mapa
com todos os pormenores.


Vamos agora olhar para os seus mapas e trânsitos para, de uma forma simples, percebermos o que se passou no seu íntimo e porque fez funcionar o seu livre-arbítrio neste sentido.

O primeiro aspecto a considerar é a sua própria idade: 71 anos. Muito bem conservados, mas só ele [e a sua esposa] é que sabe como estará aquele corpo a aguentar tanta pressão como são os campeonatos ingleses. 

Antes de mais nada vamos ver como se encontra a casa VI de Ferguson, a Casa das doenças, para percebermos se porventura houve ou há achaques físicos (e médicos) e quais são as suas naturezas: Tem Sagitário interceptado na casa VI e este signo rege a coluna, os quadris e os músculos; o nervo ciático, o fígado e o sistema linfático. Estando interceptado, muitas conclusões podemos tirar, mas sem falar com o   próprio, podemos cometer muitos equívocos. As doenças mais frequentes são as nervosas e respiratórias, reumatismo e problemas hepáticos. Uma coisa é certa. Termos 71 anos não é o mesmo que termos 20 ou 30. Será que alguma destas questões pesou na sua decisão, apesar obviamente de já ter ultrapassado a idade legal e ter os anos contributivos em ordem? Será uma reforma dourada e ainda bem para ele. Não me compete sugerir nenhum tratamento para estas questões, excepto dizer a quem me lê, se está em circunstância parecidas, entre em contacto com a agrimónia. Informe-se e vai gostar. A violeta e a a amapola são outras plantas benéficas.

Um posicionamento curioso no mapa de Alex Ferguson é que Capricórnio apanha 3 Casas: parte da VI, a VII (toda) e parte da VIII. Com Plutão a transitar neste signo, devem ter sido significativas as suas lutas internas. Capricórnio rege o sistema ósseo (que estrutura o corpo humano), os joelhos e a pele (que contém e estabelece limites).  As pessoas de Capricórnio costumam ter problemas de saúde de origem reumática, artrítica e dérmica. Qual é o Sol natal de Ferguson? Exactamente, em Capricórnio. Com isto não estou a dizer que foram as razões exclusivas de saúde que o levaram a tomar a decisão de se reformar. 


Há bem poucos dias, publiquei um artigo aqui em que avaliei as idades da vida e para a faixa geral entre 65 a 75 anos, em linhas gerais disse que se poderia dar «O início do afastamento das principais correntes da sociedade. Rejuvenescimento temporário. Possível escapadela de uma morte anunciada. Novos projectos e exploração social.»

Por farte de Ferguson, a 1ª parte do anunciado está bem decidido: «O início do afastamento das principais correntes da sociedade.» Vai deixar de ser treinador de um dos clubes mais importantes do mundo. Se há algo que mexe mundo é o futebol. O resto ficará para vermos, se é que serão coisas públicas.

Deixando para trás as suas possíveis considerações de saúde, vamos olhar para alguns planetas que lhe estão a trabalhar o mapa natal.


Tenho a certeza absoluta que Alex Ferguson começou em 2012 a preparar silenciosamente esta sua reforma dourada. Deve ter feito tudo muito bem feito: falou com a mulher, consultou os seus contabilistas e advogados e depois de ter a certeza que estaria tudo em ordem com o Estado britânico, pagamentos em dia, contas acertadas, enfim, tudo o que estas coisas envolvem, aí esperou pelo momento certo para anunciar a sua saída do Manchester: quase no fim da temporada inglesa de futebol deste ano. Exemplar.

Porque afirmo isto? Muito simples: Plutão em trânsito [Rx 11º25' Capricórnio] já tinha feito a conjunção em cheio com o Sol do treinador que está 9º35' de Capricórnio, que teve movimentos retrógrados em cima deste Sol na Casa VII de Ferguson, a área das parcerias. O treinador, mais do que um funcionário do clube era o grande parceiro das suas conquistas.

Este Plutão vai começar a fazer uma conjunção a Mercúrio natal, em 15º13' de Capricórnio. Vamos assistir a várias conferências de imprensa e palestras muito racionais onde será muito bem pago, como é hábito lá fora.

Como último apontamento sobre Plutão, olhando bem para o mapa, verificamos que está a fazer uma semiquadratura ao seu MC, Meio do Céu. Portanto, a mexer profundamente com a sua zona de carreira profissional.


Saturno [Rx 7º27' Escorpião], transitando pela Casa V, a área que também trata de desportos e filhos, vai deixar uma série de homens adultos, os jogadores e o resto da equipa com  a sensação de terem ficado órfãos.  Mas isso, como tudo na vida passará, dependendo do próximo treinador a contratar. Mas não devemos nos esquecer que este Saturno está a terminar uma quadratura a Plutão natal [Rx 5º11' - Casa II], habitualmente um trânsito muito pesado que deve ter tido grandes proporções nas tomadas de decisão de Ferguson.

Júpiter [19º03' Gémeos] em trânsito a fazer uma quadratura a Plutão natal  [Rx 5º11' - Casa II] só podia anunciar que se preparava algo enorme na sua vida. Que terá sido? Acredito que o futuro nos dirá alguma coisa. 

Não me quero alongar, e haveria muito a dizer com as progressões e arcos solares, mas creio que isto resume bastante bem a reforma de um grande senhor do futebol. 


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A existência humana em 11 períodos

16 de maio de 2013 · 5 comentários



A existência humana em 11 períodos

1

De 0 a 3 anos

Individualização primordial, a constituição do ego e do seu domínio sobre os sentidos e a faculdade. Possíveis conversas com os amigos invisíveis.

2

De 3 a 9 anos

O começo da socialização e do aprendizado destinado a levar a criança a considerar a existência dos outros, assim como as suas necessidades e exigência. Longas conversas e brincadeiras com os amigos invisíveis. Cerca dos 7, com o trânsito de Saturno, podem abrir canais de memórias cármicas e ir a vidas passadas buscar “sobreposições” (densidades emocionais), que afectaram a vida presente.

3

De 9 a 13 anos

O domínio dos meios internos e externos do sucesso, da comunicação e da aprendizagem dentro da estrutura protegida da infância.

4

De 13 a 21 anos

O período de teste, quando o indivíduo se depara com problemas de se tornar um adulto e quando constitui o fundamento do seu estilo de vida e personalidade. Aos 14 e aos 21 anos passamos por outros períodos intensos em que Saturno trabalha inexoravelmente e podem abrir canais de memórias cármicas e ir a vidas passadas buscar “sobreposições” (densidades emocionais), que afectaram a vida presente.


5

De 21 a 37 anos

A determinação do lugar do indivíduo no mundo, o exercício da máxima criatividade e liberdade. Aos 28 anos, com o trânsito de Saturno podem abrir canais de memórias cármicas e ir a vidas passadas buscar “sobreposições” (densidades emocionais), que afectaram a vida presente.

6

De 37 a 50 anos

Pode acontecer para muitos, o fundo do poço. Pode ser um período de aparente inutilidade, mas que gera uma nova auto-imagem e apreensão geral do mundo.

7

De 50 a 64 anos

A melhor fase da vida, quando as realizações e a reputação se combinam para fazer com que o indivíduo crie e, ao mesmo tempo, saboreie os frutos dos trabalhos físicos e espirituais.

8

De 65 a 71 anos

O início do afastamento das principais correntes da sociedade.

9

De 71 a 75 anos

Rejuvenescimento temporário. Possível escapadela de uma morte anunciada. Novos projectos e exploração social.

10

De 75 a 81 anos

Recolhimento e introspecção. Possível afastamento da sociedade.

11

Mais de 81 anos

Rejuvenescimento do espírito pelo espírito.


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Quadratura no céu entre Úrano e Plutão - Um imenso país chamado FMI [republicação]

15 de maio de 2013 · 22 comentários

Ilustração: Copyright do site 'Mapa Astral.org'

Clicar no mapa para aumentar.

1ª publicação neste blogue em 22-Junho-2012
Republicado em 15-5-2013
Mapa do céu da quadratura
entre Úrano e Plutão

Entre 2011 e 2017, Úrano, em Carneiro / Áries [aqui] e Plutão, em Capricórnio [aqui], ambos em signos cardinais, farão uma enorme quadratura no mapa do céu, que durará anos. Esperam-se mudanças em todo o tipo de governos e organizações no nosso planeta. E, em nós, também. Aguardemos para confirmar. (Um exemplo desta quadratura, aqui.)


O ciclo destes planetas é enorme, e eu nem me atrevo a falar dele, pois não creio que alguém tenha feito, em vida, um ciclo completo - de conjunção a conjunção. Para não entrarmos em grandes fantasias, creio que é mais sensato analisarmos os momentos actuais do ciclo.


E o momento actual é a intensa quadratura que estamos a viver. É um conjunto de 7 aplicações exactas entre 2012 e 2015. Mas como temos que ter em atenção a aproximação e o afastamento do ângulo exacto, mas minhas contas vejo como um longo período de 2011 a 2017. É por isso que se fala tanto em trânsitos geracionais. O que devemos reter é a ideia que nestes 6 anos todos os bebés terão esta quadratura nos seus mapas natais. Que farão com as suas vidas? Não sabemos...


Vamos já deixar as nossas mentes tranquilas, mencionando as datas exactas em que se darão as 7 quadraturas entre Úrano e Plutão:

- 2012, Junho 24
- 2012, Setembro 19
- 2013, Maio 21
- 2013, Novembro 1
- 2014, Abril 21
- 2014, Dezembro 15
- 2015, Março 17

Uma mudança ligeiramente significativa em Portugal, já se deu na banda da política, e foi a eleição de uma mulher para Presidente da Assembleia da República. Poderão perguntar: que mudança é esta? E a resposta óbvia é, alguma mudança de mentalidades. Imaginem quão mortificados terão ficado os «Velhos do Restelo».

No entanto, quero deixar claro o seguinte: isto que se toma como «novo», em Portugal, não é tão novo assim, pois há décadas tivemos uma mulher como Primeiro-Ministro (os mais velhos lembram-se). Por outro lado, em termos esotéricos não tem nenhum significado, apenas a relevância de ser uma mulher a presidir à Assembleia dos representantes do povo. É um tema simples, bastante pobrezinho, mas de qualquer maneira, é sempre bem-vindo. Não vale a pena deitar foguetes, porque a maioria dos políticos actuais, para terem acesso a lugares de poder no actual contexto planetário, vão aos poucos abandonando a sua alma (uma ideia do André Louro de Almeida, com a qual concordo em absoluto).


Úrano em Carneiro/Áries [coisas repentinas, o inesperado, internet] a fazer funcionar a muito esperada quadratura [uma situação tensa e difícil, como esticar e rebentar] com Plutão em Capricórnio [o poder instituído], Em signos cardinais, dando maior ênfase aos acontecimentos.

Bom, para nos situarmos de imediato: esta quadratura é a maior responsável pelos escaldantes acontecimentos ocorridos no Médio-Oriente, que todos sabemos, ainda em 2011. E vai continuar, não se ficando apenas pelo que já aconteceu. Presidentes e governos foram derrubados. Mudanças enormes a se efectuarem. E os donos dos petro-dólares sempre do lado dos vencedores, a corrompê-los. Habitualmente, associa-se Úrano à Voz de Deus. Nestes casos islâmicos, nunca melhor aplicado. É sempre o novo [Úrano] a enfrentar o poder instituído [Plutão].

Em Portugal, e tudo ainda em 2011, manifestações gigantescas da auto-intitulada «Geração à rasca», conceito que se expandiu por outros países. É sempre o novo [Úrano] a enfrentar o poder instituído [Plutão]. Outro exemplo do que falo, foi o bota abaixo fulminante do governo Sócrates. Outro exemplo bem mais recente é o actual governo de Passos Coelho estar a ser continuamente confrontado, de todos os lados, de todas as frentes.

É sempre para mexer e remexer. Haveria muitos exemplos a dar, mas creio que os leitores ficarão prevenidos para novas ocorrências que seguramente acontecerão no mundo. Servem os casos europeus? Grécia, por exemplo. Portugal, também. Até já temos na Europa, governos não eleitos nas urnas... Mais exemplos???

Está toda a gente pendente do que irá acontecer na próxima reunião dos poderosos da Europa: irão aceitar o proposto pela Grécia e este país permanecerá na zona Euro? Ou, pelo contrário, a Europa desgarrar-se-á e a zona Euro terá os dias contados? Vejam mais atrás as datas de todas as quadraturas e aí terão a AGENDA POLÍTICA MUNDIAL. 

Que venha o Diabo e escolha.

Ei, companheiro/a, não é por fingirmos estarmos todos iluminadozinhos e, portanto, parecer que o Diabo já não existe, que ele não deixe de funcionar e provocar-te, metendo-te medo.

Percebe-se que haja esta ansiedade do lado político, pois se pararmos um bocadinho e se fizermos contas a quando é que ocorreram as anteriores quadraturas entre Úrano e Plutão, o panorama histórico não é nada simpático: foi nos anos 30. A Grande Depressão, o despontar do fenómeno Adolf Hitler, o próprio PLutão foi descoberto nesta década. A consequência:a a guerra na Europa.

Agora estamos numa situação irónica: o país que quase destrui a Europa nos anos 30 e 40, está agora no centro da polémica, pois tornou-se o país mais poderoso da Europa. Tão poderoso que manda muito e os outros obedecem e quem não o fizer...

Quem são os países que nunca aderiram à Zona Euro? Todos sabemos e, hoje, pecebemos, que nunca confiaram na Alemanha democratrizada.

Antes de avançarmos reproduzo aqui uma citação recente [23-6-2011] e muito oportuna de André Louro de Almeida, na sua página do Facebook (aqui): «Algum economista ou académico que possa nos explicar de forma clara que tipo de DÍVIDA Portugal tem, a quem, porquê e desde quando? Se isso era previsível já em 2007? Se o problema foi de falta de competência, falta de desenvolvimento, corrupção ou inércia? É que se o racional tanto se aplicar a Portugal como aos 50 países no mundo em crise financeira séria, temos bases para conceber a situação como global, estrutural e internacional e deixar de ver Portugal como dramaticamente responsável. Portugal é guardião da Tradição Templária Joanina, a Irlanda é guardiã da Tradição Celta e a Grécia é guardiã da Tradição Egipcio-Helenica. Estes 3 países estão em processo de se tornarem sub-sectores de um imenso país financeiro chamado FMI no qual os EUA tem 17% de quota, e que reflecte claramente os interesses da comunidade da alta finança ocidental. Mas gostava de ouvir os economistas.»

Cá temos a síntese desta quadratura gigante: «um imenso país financeiro chamado FMI». Aos quais eu acrescentaria - um imenso poder das agências de rating, que apenas zelam pelos interesses americanosComo a História nos ensinou, as mudanças de ciclos dão-se em simultâneo, quando se atingem os picos. É um processo típico de Plutão que vem ser alterado por Úrano.

Outro exemplo foi o caso «Blogger» em Maio 2011. Neste caso,  Plutão era representado pelos mega empreendedores da net Google / Blogger / YouTube / Twitter /Facebook / e os grandes servidores de todo o mundo. Tinha que estourar por algum lado. Estourou pelo lado que atinge milhões e milhões de pessoas em todo o mundo: na internet. Na prática deve-se interpretar como o «poder moderno» [Plutão] sendo confrontado com a «voz de Deus» [Úrano].

Se estivermos atentos a outras notícias do mundo, percebemos que há um «grande plano» em acção significativo desta quadratura. Recordemos apenas estes casos 'inesperados' muito recentes: os EUA mataram Bin Laden e em retaliação, a Al-Kaeda, provocou o ataque bombista que matou 80 pessoas no Paquistão. Nesta quadratura, é sempre o «poder» [Plutão] a ser confrontado. Por exemplo: o «poderoso» Bin Laden, senhor da Al-Kaeda (sobrevieu a 10 anos de intensas buscas) foi confrontado e... foi abatido. O «poderoso» e atómico Paquistão, na prática, hospedeiro de Bin Laden e sua organização, foi confrontado dentro das suas fronteiras pela Al-Kaeda, a quem dava abrigo escondido e camuflado, e os seus cidadãos foram abatidos.

Quem tiver tempo e pre-disposição, leia este artigo aqui, de 2008. Mas não é para ser lido às cegas, com um grande «amén», ok? É para reflectirmos nos acontecimentos mundiais.

Também reproduzo uma citação do livro «A Violência do Mundo» (2004) de Edgar Morin e Jean Baudrillard: «A probabilidade do triunfo absoluto do capitalismo não me parece certa ainda, mas é uma grande probabilidade. Contra ela existem, cada vez mais, forças que se levantam e que se levantarão ainda e ainda. Ora, os movimentos particularistas que apenas vêem o seu próprio problema estão muito dispersos e são, assim, incapazes de criar uma resposta mundial para um problema mundial. Hoje torna-se necessário caminhar para a busca de uma resposta ou de uma multiresposta mundial para um problema que nos diz respeito a todos (...)»

Ainda mantendo-nos em Portugal, gostaria de voltar à frase «Portugal é guardião da Tradição Templária Joanina, a Irlanda é guardiã da Tradição Celta e a Grécia é guardiã da Tradição Egipcio-Helenica» [e outros países, também] para levantar esta questão, à qual não tenho respostas: que  preparam as Hierarquias Espirituais destes países para os respectivos povos e habitantes?

Falando apenas de Portugal, será que esta quadratura levará a que o nosso país saia dessa 'coisa' chamada «Euro»? E se voltarmos à antiga moeda, o «escudo», como será a situação? Voltará aos níveis que tinha quando aderimos à zona Euro, ou seja, a moeda irá desvalorizar-se para metade? Já imaginou que hoje pode ter um salário 'simpático' de 1.500 euros, que na prática correspondem a 300.000 escudos (300 contos), mas que, de um momento para o outro, se começar a receber em «escudos» pode acontecer que o salário se desvalorize para metade? Se a ideia for reduzir os custos e os preços, será que as empresas vão aguentar esses salários? Há quem tenha muito menos e consiga viver.

Assistiremos, nos próximos anos, a um choque emocional de proporções épicas de uma só vez? Vá pensando nisso, se vive em Portugal, independentemente da sua nacionalidade. Ou nos outros países mencionados. Se isto acontecer, os mais novos, que nem fazem ideia do que é o «escudo» vão andar mesmo 'zarabatinados'. Lá se vão as Playstation último modelo por água abaixo, porque continuarão a serem importadas e pagas em euros ou dólares, devidamente cambiados em escudos. Podemos intuir que há claramente 2 fases para estes acontecimentos poderem ocorrer: de 2012 a 2017 e, depois, até 2022.

Outra questão igualmente pertinente é que podemos continuar todos na zona euro, mas com a existência de um «euro» com 2 ou 3 câmbios diferentes. Um «euro» em Portugal, Grécia, Espanha, Irlanda ou Itália não terá o mesmo valor que um «euro» na Alemanha, Holanda ou França. (ver aqui).

Tudo isto deveria merecer a nossa atenção e aplicar a nós mesmos, ao nosso interno, ao nosso poder pessoal. Ao nosso guerreiro interno. Em simultâneo, deveríamos estar atentos à vozinha que na nossa cabeça nos tenta dizer umas coisas e habitualmente, não ligamos nenhuma. 

Investiguem nos vossos mapas natais onde cai esta quadratura e aí terão algumas das crises das vossas vidas. Se quiserem aprofundar um pouco mais, poderão clicar aqui. Isto não é mais do que uma continuação muito cerrada a assuntos já mencionados em 2010, aquiaqui e aqui. Ou, em linhas gerais e com mais variedade, aqui. Também temos, recentemente, o caso da Moody's que classificou como «lixo» a dívida pública portuguesa - ler aqui.

Quem quiser entender, a nível mais esotérico ou espiritual, este assunto da crise económica global, recomendo que leiam as conferências de André Louro de Almeida, dadas em 1998, sobre a «Matriz Melquisedeque» [tema completo: aqui - aqui - aqui - aqui], a «Matriz Cristóide» e «24 Portais locais em Portugal», que se tornaram mais actuais que nunca. A actual crise global foi descrita em detalhe nestas conferências. O assunto em geral, anda à volta da desactivação dos pilares da actual civilização do nosso planeta.


Antes de terminar o assunto da quadratura de Úrano a Plutão, estou interessado em recordar os leitores esta sigla - BRICS. São as iniciais em inglês, de 5 países em franco desenvolvimento e que serão, no futuro, os manda-chuvas do planeta: Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Tal como a ilustração nos mostra quase na totalidade, pois falta a zona verde da África do Sul. Quem gosta destes assuntos deveria deter-se na questão Norte - Sul. São países gigantescos.

«Há fortes indícios de que os quatro países iniciais do BRIC têm procurado formar um "clube político" ou uma "aliança", e assim convertendo o seu crescente poder económico em uma maior influência geopolítica. Em 16 de Junho de 2009, os líderes dos países do BRIC realizaram a sua primeira reunião, em Ecaterimburgo, e emitiram uma declaração apelando para o estabelecimento de uma ordem mundial multipolar. Desde então, os BRICs realizam cúpulas anuais e, em 2011, convidaram a África do Sul a se juntar ao grupo, formando o BRICS.» - Fonte: Wikipedia

O potencial económico destes países é de tal ordem que poderiam tornar-se as cinco economias dominantes do mundo até o ano 2050. Estes países mudaram os seus sistemas políticos e adoptaram o capitalismo global. Não é por acaso que eventos de magna amplitude como os Jogos Olímpicos e Campeonatos do Mundo de Futebol se realizem nestes países. Até dá a impressão que não sofrem o efeito desta quadratura entre Úrano e Plutão. Sofrem sim, mas de outro jeito, que à maneira portuguesa dizemos assim: «Quem sofre é o mexilhão»

Em todos estes países a classe média baixa adquiriu poder de consumo, a classe média alta aumentou o seu poder e os pobres continuam a ser pobres e explorados. Talvez tenham salários um pouco melhores. Quanto aos donos do «capital», ficaram ainda mais ricos. 

Esta quadratura, entre Úrano e Plutão, está e estará muito activa nos nossos mapas, nos signos cardinais: Carneiro/Áries, Câncer/Caranguejo, Libra/Balança e Capricórnio.


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Proponho a leitura do artigo «Úrano / Plutão - Uma Perspectiva Simbólica», 
de Vera Braz Mendes à luz dos símbolos sabianos.

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31 de maio de 2013

Trânsitos - como funcionam (para estudantes avançados)

Design by Fada Moranga

Aviso aos leitores não iniciados em astrologia: este é um post muito técnico.

A propósito de um post anterior, intitulado «Interpretação dos trânsitos para principiantes» (clicar aqui), apresento um exemplo prático dividido em 2 partes. Não é um exemplo qualquer, pois é bem real, à data em que escrevo este artigo. Foi retirado do mapa de uma das amigas que frequentam este blogue. Quem é? Quem é?

Para escolher este mapa, olhei para vários, pois interessava-me especialmente procurar um trânsito vivaço que envolvesse um planeta pessoal – Marte -, por ser o mais demorado dos pessoais. A dona do mapa irá reconhecer imediatamente que é do mapa dela que falo.
Aqui vamos nós, iniciando pela criação do cenárioMarte em trânsito, em Carneiro/Áries (18º), na Casa 4 faz oposição a Úrano natal em Balança/Libra (19º 11’), na casa 10. Para os leitores mais avançados em astrologia: este planeta está a 1º 39’ da cúspide da Casa 11 da dona deste mapa. Faço esta ressalva, pois, como se sabe, um planeta natal que esteja a 3º da casa seguinte, influencia grandemente essa casa. Há linhas astrológicas que indicam até 5º de diferença. Concedo estes 5º em circunstâncias muito especiais, o que não é o caso.
No post anterior escrevi que os componentes básicos de um trânsito são estes:
1 – Ter em conta a natureza do planeta natal que recebe o trânsito, assim como o seu posicionamento por signo e casa.
Neste caso estamos a falar de Úrano em Balança/Libra, na casa 10. A natureza deste planeta com este posicionamento, diz-nos que é uma pessoa moderna e avançada com noções avant-gard sobre relacionamentos, intensas experiências de vida, um âmbito social alargado que toca ambos os extremos do espectro comunitário, que irá contribuir para a sociedade com valores diferentes mas amplamente apreciados, que podem ir de noções de justiça, códigos legais a práticas profissionais. A astrologia e outras terapias pouco convencionais, podem estar envolvidas. A ênfase principal é a sociedade.
Por estar na Casa 10, será alguém que profissionalmente é visto como pouco comum. Lembro-me de ter visto uma fotografia da dona do mapa a escalar um monte, à corda, acompanhando os operários com quem trabalha. Esta posição predispõe a pessoa para áreas científicas, humanitárias e ocultas; electrónica, matemática e astrologia são profissões típicas. Seja qual for a carreira escolhida, haverá inovações nos métodos e técnicas. São pessoas que têm muita força de vontade e fazem contribuições singulares na profissão. Uma certa dificuldade de lidar com pessoas em posições de autoridade.
Não posso alongar-me mais, para isto não se transformar num manual. Os principiantes que ainda não estejam preparados para um curso formal, podem estudar e aprofundar estas matérias no site da «Escola de Astrologia Nova-Lis». Este aviso serve para o resto do exemplo.
2 – A seguir, concentre-se na natureza do planeta em trânsito.

Como indiquei mais acima, trata-se de Marte em Carneiro/Áries, na Casa 4.

Marte a transitar por Carneiro/Áries caracteriza uma energia irreprimível que precisa encontrar uma maneira de se expressar. Esta é a posição básica do impulso inicial para a acção e auto-expressão, conduzindo à experiência evolucionária. Ao trânsitar por este signo indica energia, iniciativa, coragem e impulsividade. O impulso de realizar coisas leva à criatividade e ao início de muitos novos projectos. Há capacidade de liderança. Não esqueçamos que é um signo cardinal. Por estar a passar pela Casa 4, este montão de energia toca naquilo que são as bases das pessoas, da família, de propriedades imobiliárias. 

Portanto, sabendo que estes dois planetas estão em contacto, podemos dizer que há uma «premência», uma «necessidade intensa», uma «vontade inquestionável» naquilo em que se manifestar o trânsito.

3 – Obviamente, ter em conta o ângulo do trânsito para determinarmos que aspecto faz.

Na data em que iniciei a escrita deste artigo, o mapa desta pessoa dizia-me que entre Marte em trânsito e Úrano natal havia cerca de 180º a separá-los. O aspecto é a oposição. Isto diz-nos que a «premência», da «necessidade intensa» ou da «vontade inquestionável» que mencionei acima tinha que ser resolvida de alguma maneira. Há uma luta de opostos com potencial de integração. Porque Marte, em saindo desta oposição (quando publicar o texto, talvez tenha saído) encaminha-se para aspectos facilitadores com Úrano.

O que quer que seja a ser feito, tem que funcionar com imensa energia, alguns solavancos, a planificação a não funcionar em pleno (dependendo de outros aspectos, claro!). Como envolve as casas 4 e 10/11 da dona do mapa, apresentaria as hipóteses prováveis para este trânsito, analisando apenas estes breves componentes básicos de um trânsito:

a) Terá havido alterações na casa onde a dona do mapa vive? Essas alterações foram ocasionadas por situações de alguma forma inesperada? [Úrano]

b) Havia planos para essas possíveis alterações, [Marte] mas tiveram que ser postos em prática antes 
[Úrano] da altura em que eventualmente teria sido mais desejado ou planificado?

c) Terão sido obras ou uma mera limpeza com umas pinturas à mistura, para refrescar o ambiente?
 [Marte]

d) As alterações 
[Úrano] que ocorreram não foram feitas de forma insensata, pois ambos signos são cardinais [Carneiro/Áries - Balança/Libra]. No entanto, envolveu cansaço e grande esforço físico. [Marte]

e) Será que as alterações 
[Úrano] ocorridas envolveram equipamentos sofisticados?[Úrano] 

f) As alterações mencionadas terão sido levadas ao extremo de poderem representar mudança de casa?
[Marte/Úrano]

g) Será que para a concretização destas alterações, houve envolvimento de meios profissionais ou de amizade da dona do mapa? 
[Casa 10/11 - exemplos: ajuda física, empréstimo de viaturas, etc.]

Seguiram o meu raciocínio ou fui muito confuso na explicação?

Qual é a sua opinião? Agradeço contribuições e debate nos comentários. 

Peço à pessoa visada – ela sabe quem é – que não facilite demasiado com a sua resposta, mas fica desde já convidada a voltar a este post mais tarde, para nos esclarecer devidamente. É o feedback do cliente.

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30 de maio de 2013

Astrid Annabelle, parabéns pelo seu aniversário




Astrid Annabelle é a minha amiga mais antiga na internet. E faz tanto tempo que nem me lembro quando, e até chego a ter a impressão que não usámos blogues em 2003, quando surgiram apenas em língua inglesa, mas em 2005 já estávamos bem orientados na arte de blogar. Devemos ter sido dos primeiros a experimentar esta nova forma de comunicação.


É consultora e terapeuta em ciências metafísicas. Mestre em: Reiki Usui, Karuna Reiki, Seichim-SKHM Reiki, Magnified Healing, Cura Prânica. Palestrante, professora. Realiza iniciações, cursos e vivências.



Como sannyasi recebeu o nome de Ma Jivan Prabhuta, que significa a "Mãe que irradia a força da vida".

Clique para aumentar a imagem e poder ver todos os pormenores do mapa natal.





Seus projectos bloguistas:






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E, finalmente, o paraíso:

Ubatuba, Brasil.


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28 de maio de 2013

Escritor Mia Couto ganha Prémio Camões


No mapa do autor Mia Couto [5 Julho 1955 - Beira, Moçambique] e sem nenhuma surpresa e à primeira vista tem SÓ este magnífico trânsito, tudo em Gémeos, com data de 27-5-2013, o signo da comunicação, dos jornalistas, dos escritores: planetas em trânsito - Vénus [23º03'], Júpiter [23º27'] e Mercúrio [25º08'] fazem conjunção apertada aos seguintes planetas natais: Mercúrio [22º03], Vénus [26º50'] e um não planeta que é o eixo nodal a 25º 36'. Catrapum: caiu-lhe merecidamente o Prémio Camões em cima. 

Mas não contente com isto, Júpiter em trânsito faz um trígono a Neptuno [25º 28 Rx Balança] e um sextil a Plutão [25º06'].

Um Saturno T muito bem colocado, quase a iniciar o 2º retorno, em Escorpião, que como se sabe também significa «dinheiro dos outros». Os 100.000 euros do Prémio Camões são, obviamente «dinheiro dos outros».

O mapa em trânsito do escritor está recheado de momentos astrológicos muito felizes.

Clicarem janela separada para aumentar e poder ver melhor.



«O vencedor do prémio literário mais importante da criação literária da língua portuguesa é o escritor moçambicano autor de livros como Raiz de Orvalho, Terra Sonâmbula e A Confissão da Leoa . É o segundo autor de Moçambique a ser distinguido, depois de José Craveirinha em 1991.

O júri justificou a distinção de Mia Couto tendo em conta a “vasta obra ficcional caracterizada pela inovação estilística e a profunda humanidade”, segundo disse à agência Lusa José Carlos Vasconcelos, um dos jurados.

A obra de Mia Couto, “inicialmente, foi muito valorizada pela criação e inovação verbal, mas tem tido uma cada vez maior solidez na estrutura narrativa e capacidade de transportar para a escrita a oralidade”, acrescentou Vasconcelos. Além disso, conseguiu “passar do local para o global”, numa produção que já conta 30 livros, que tem extravasado as suas fronteiras nacionais e tem “tido um grande reconhecimento da crítica”. Os seus livros estão, de resto, traduzidos em duas dezenas de línguas.

Do júri, que se reuniu durante a tarde desta segunda-feira no Palácio Gustavo Capanema, sede do Centro Internacional do Livro e da Biblioteca Nacional, fizeram também parte, do lado de Portugal, a professora catedrática da Universidade Nova de Lisboa Clara Crabbé Rocha (filha de Miguel Torga, o primeiro galardoado com o Prémio Camões, em 1989), os brasileiros Alcir Pécora, crítico e professor da Universidade de Campinas, e Alberto da Costa e Silva, embaixador e membro da Academia Brasileira de Letras, o escritor e professor universitário moçambicano João Paulo Borges Coelho e o escritor angolano José Eduardo Agualusa.

Também em declaração à Lusa, Mia Couto disse-se "surpreendido e muito feliz" por ter sido distinguido com o 25º. Prémio Camões, num dia que, revelou, não lhe estava a correr de feição. “Recebi a notícia há meia hora, num telefonema que me fizeram do Brasil. Logo hoje, que é um daqueles dias em que a gente pensa: vou jantar, vou deitar-me e quero me apagar do mundo. De repente, apareceu esta chamada telefónica e, obviamente, fiquei muito feliz”, comentou o escritor, sem adiantar as razões.

O editor português de Mia Couto, Zeferino Coelho (Caminho), ficou também “contentíssimo” quando soube da distinção. “Já há muitos anos esperava que lhe dessem o Prémio Camões, finalmente veio”, disse ao PÚBLICO, lembrando que passam agora 30 anos sobre a edição do primeiro livro de Mia Couto em Moçambique, Raiz de Orvalho.

O escritor não virá à Feira do Livro de Lisboa, actualmente a decorrer no Parque Eduardo VII, porque esteve na Feira do Livro de Bogotá, depois foi para o Canadá e só recentemente voltou a Maputo. Zeferino Coelho espera que o autor regresse a Portugal na rentrée, em Setembro ou Outubro.

No entanto esta distinção não o vai desviar do seu novo romance, sobre Gungunhana, personagem histórico de Moçambique. "O prémio não me desvia. Estou a escrever uma coisa que já vai há algum tempo, um ano, mais ou menos, e é sobre um personagem histórico da nossa resistência nacionalista, digamos assim, o Gungunhana, que foi preso pelo Mouzinho de Albuquerque, depois foi reconduzido para Portugal e acabou por morrer nos Açores”, disse  Mia Couto, à agência Lusa. “Há naquela figura uma espécie de tragédia à volta desse herói, que foi mais inventado do que real, e que me apetece retratar”, sublinhou.

Nascido em 1955, na Beira, no seio de uma família de emigrantes portugueses, Mia Couto começou por estudar Medicina na Universidade de Lourenço Marques (actual Maputo). Integrou, na sua juventude, o movimento pela independência de Moçambique do colonialismo português. A seguir à independência, na sequência do 25 de Abril de 1974, interrompe os estudos e vira-se para o jornalismo, trabalhando em publicações como A Tribuna, Tempo e Notícias, e também a Agência de Informação de Moçambique (AIM), de que foi director.

Em meados da década de 1980, regressa à universidade para se formar em Biologia. Nessa altura, tinha já publicado, em 1983, o seu primeiro livro de poesia, Raiz de Orvalho.

"O livro surgiu em 1983, numa altura em que a revolução de Moçambique estava em plena pujança e todos nós tínhamos, de uma forma ou de outra, aderido à causa da independência. E a escrita era muito dominada por essa urgência política de mudar o mundo, de criar um homem e uma sociedade nova, tornou-se uma escrita muito panfletária”, comentou Mia Couto em entrevista ao PÚBLICO (20/11/1999), aquando da reedição daquele título pela Caminho.

Em 1986 edita o seu primeiro livro de crónicas, Vozes Anoitecidas, que lhe valeu o prémio da Associação de Escritores Moçambicanos. Mas é com o romance, e nomeadamente com o seu título de estreia neste género, Terra Sonâmbula (1992), que Mia Couto manifesta os primeiros sinais de “desobediência” ao padrão da língua portuguesa, criando fórmulas vocabulares inspiradas da língua oral que irão marcar a sua escrita e impor o seu estilo muito próprio.

“Só quando quis contar histórias é que se me colocou este desafio de deixar entrar a vida e a maneira como o português era remoldado em Moçambique para lhes dar maior força poética. A oralidade não é aquela coisa que se resolve mandando por aí umas brigadas a recolher histórias tradicionais, é muito mais que isso”, disse, na citada entrevista. E acrescentou: “Temos sempre a ideia de que a língua é a grande dama, tem que se falar e escrever bem. A criação poética nasce do erro, da desobediência.”

Foi nesse registo que se sucederam romances, sempre na Caminho, como A Varanda do Frangipani (1996), Um Rio Chamado Tempo, Uma Casa Chamada Terra (2002 – que o realizador José Carlos Oliveira haveria de adaptar ao grande ecrã), O Outro Pé da Sereia (2006), Jesusalém (2009), ou A Confissão da Leoa (2012). A propósito dos seus últimos livros, o escritor confessou algum cansaço por a sua obra ser muitas vezes confundida com a de um jogo de linguagem, por causa da quantidade de palavras e expressões “novas” que neles aparecem.

Paralelamente aos romances, Mia Couto continuou a escrever e a editar crónicas e poesia – “Eu sou da poesia”, justificou, numa referência às suas origens literárias.

Na sua carreira, foi também acumulando distinções, como os prémios Vergílio Ferreira (1999, pelo conjunto da obra), Mário António/Fundação Gulbenkian (2001), União Latina de Literaturas Românicas (2007) ou Eduardo Lourenço (2012).

O escritor brasileiro João Ubaldo Ribeiro, Prémio Camões 2008, disse à Lusa, no Rio de Janeiro, que “Mia Couto é, sem dúvida, um dos escritores mais importantes da língua portuguesa, e esse prémio é o reconhecimento que sua obra já há tempo faz por merecer”. E congratulou-se “festivamente com Mia Couto e com a literatura moçambicana, que ele honra com sua arte e exemplo”.  

E o escritor português Vasco Graça Moura considerou também ser esta uma atribuição perfeitamente merecida. “Mia Couto é um grande escritor, parece-me perfeitamente justificado”,  disse à Lusa. Mia Couto é um “grande autor de língua portuguesa” e tem “uma capacidade de invenção verbal surpreendente. Por isso, na perspectiva do escritor português, a obra de Mia Couto “ultrapassa, de algum modo, os limites normais da prosa escrita em português”.

Nas anteriores 24 edições do Prémio Camões, Portugal e Brasil foram distinguidos dez vezes cada, a última das quais, respectivamente, nas figuras de Manuel António Pina (2011) e de Dalton Trevisan (2012). Angola teve, até ao momento, dois escritores citados: Pepetela, em 1997, e José Luandino Vieira, que, em 2006, recusou o prémio. De Moçambique fora já premiado José Craveirinha (1991) e de Cabo Verde Arménio Vieira (2009).

Criado por Portugal e pelo Brasil em 1989, e actualmente com o valor monetário de cem mil euros, este é o principal prémio destinado à literatura em língua portuguesa e consagra anualmente um autor que, pelo valor intrínseco da sua obra, tenha contribuído para o enriquecimento do património literário e cultural da língua comum.»

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Luísa Sal, do «Cristal de Cura» está de parabéns pelo seu aniversário







Clicar se quiser conhecer melhor o mapa natal.



Seu site Cristal de Cura, aqui.
Seu Facebook pessoal, aqui.
Facebook do Cristal de Cura, aqui


Palavras da própria aniversariante:

«Depois de muitos anos de trabalho espiritual no recolhimento do meu Eu interior, decidi em 2005, iniciar a minha caminhada espiritual de modo activo.

Os Cristais e a Cura foram as minhas escolhas para este período de transição e de ascensão que vim vivenciar. Divulgar o poder da Luz dos Cristais é um desafio maravilhoso para o meu Ser.

Como Terapeuta

São os Cristais os meus parceiros nas terapias que realizo. Realizo terapias com cristais, alinhamento de chacras e massagens com cristais e também faço terapias de Reiki. Quando necessário, associo à terapia o som de uma Taça de Cristal a fim de potenciar a vibração dos cristais !

Como Facilitadora / Divulgadora

Realizo Palestras, Workshops e Cursos de Cristais no Centro Cristal de Cura e noutros espaços. Também sou facilitadora de Cursos de Reiki Essencial.

A minha Formação

Fiz formação em cristais com a Dra. Luísa Neto e com o Prof. António Duncan.

Sinto-me sintonizada com os ensinamentos de Katrina Raphaell e JaneAnn Dow, bem como os conhecimentos xamânicos dos Índios Norte-Americanos, Maias e Azetcas.

Ma Jivan Prabhuta [Astrid Annabelle] na tarde em que deu
um workshop no Cristal de Cura, em 6 Junho 2011.

Para além de vários seminários, frequentei os seguintes cursos:

Reiki Usui Níveis I e II – Chetam Assen
Reiki Essencial III - Maria José Jacinto
Cura Multidimensional – Ana Paula Ivo
Cura Quântica Estelar e Reiki Magnificado – Rodrigo Romo
Magnified Healing Níveis I e II – Gisele King
WhiteTime and Gemstone Healing (I) – Bradford Tilden
Essências PHI (nível I) – Andreas Korte
Alquimia Cósmica II - Natan Kadan
Curso de Numerologia - Clara de Almeida
Curso Tarot – Clara de Almeida
Tarot  Kármico – Clara de Almeida
Iniciação ao Xamanismo - Maria Margarida Barros»

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26 de maio de 2013

O amarelo é o Verão

O amarelo é:

Atracção, charme, confiança, hipnose, fascinação.
Alegria, intelecto, comunicação, viagem, cativação.
Anjos do ar, signo do Leão, o Sol, Mercúrio (pálido).


Correspondências:

Energia, vontade, vitalidade, propósito,
purificação, sangue, Sol, desertos.

Direcção: Sul

Cores associadas: Encarnado, dourado, laranjas, branco.



Deusas pagãs: Brígida, Vesta, Bast, Sekhmet, Pele.

Deuses pagãos: Vulcão, Horus, Ra, Agni, Ea, Llyr.

Elementais da natureza: Salamandras.



Anjo: Miguel.

Signos do Zodíaco: Carneiro, Leão, Sagitário.

Estação: Verão.



Tempo do dia: Meio-dia.

Sentido: Vista.

Animais: Dragões, leões, cavalos.


Ferramentas para rituais: Varinha e velas.

Plantas: Alho, pimentos cebolas, mostarda.

Árvores: Amendoeira em flor.



Pedras ou jóias: Opala, ágata, rubi, obsidiana.

Incenso: Olíbano.



[Antes que me perguntem: as ilustrações escolhidas
não têm nenhuma relação com o texto.]

21 de maio de 2013

Robert Pattinson e Kristen Stewart terminaram a sua atribulada relação ao fim de pouco mais de 3 anos e meio


13 Maio 1986
8h32
London, England

Clicar para abrir em outra janela e poder ver o mapa com todos os pormenores.

9 Abril 1990
9h21
Los Angeles, California, USA

Clicar para abrir em outra janela e poder ver o mapa com todos os pormenores.




Como foi amplamente noticiado pela imprensa de 20 de Maio, este casal separou-se ao fim de quase 4 anos de relacionamento. No entanto, atendendo a que em Dezembro estes jovens da série de vampiros 'Twilight' que tanto furor causaram em todo o mundo, estiveram separados porque se soube de um caso de infidelidade de Kristen Stewart e o e o casado realizador Rupert Sanders, podemos afirmar que a relação deles, na prática foi de cerca 3 anos e meio.

Como tenho repetido aqui muitas vezes, estes relacionamentos, quando se tornam frágeis quebram sempre ao ritmo de Saturno, ou seja por grupos de 7 anos e mais meio período de 3 anos e meio. É frequente ourvir-se dizer que a relação terminou ao fim de 14 anos, 10 anos e meio, etc. Ainda agora, quem ouvir algumas conservas do actual Brig Brother VIP português, ouvem-se esses números. 


O casal de sonho Bella Swan e Edward Cullen (Kristen Stewart e Robert Pattinson) chegou ao fim. Quatro filmes e milhões de fãs em todo o mundo, o sonho terminou. Após o fenómeno de popularidade dos filmes "Crepúsculo" (2008), "Lua Nova" (2009) e "Eclipse" (2010) e "A Saga Twilight: Amanhecer" (dividido em 2 partes (2011 e 2012), teremos oportunidade de percebermos se a série continua ou se chegou tudo ao fim.


Quem se atrever a fazer a sinastria deste casal ficará com uma certeza:
ou arranjam rapidamente namorada e namorado, ou
pode acontecer uma recaída e voltarem a andar uns tempos.
O Saturno dela cravado na Casa VII dele é praticamente fatídico.

Ver posts sobre a série, aqui - aqui - aqui


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18 de maio de 2013

O Sol está hoje no meu Ascendente. Um 'pequeno nada' que me deixa sempre muito feliz


O 18 de Maio [às vezes é a 19] é aquele dia do ano que gosto muito. Um momento único, uma vez por ano, no mapa de qualquer um de nós, variando os dias consoante os mapas. Tudo isto porque hoje o Sol em trânsito está conjunto ao meu Ascendente (no grau 27º 48' de Touro), iluminando todo o meu mapa e a minha vida.


Nem imaginam o quanto me sinto feliz com este pequeno nada, por este pequeno acontecimento. Ocorrem sempre coisas boas nos dias anteriores e nos seguintes. Voltou a acontecer! Estou mesmo sorridente.


Os amigos mais antigos deste blogue talvez se lembrem da ilustração acima, que é sempre a mesma que uso para «este» dia especial, desde que criei o blogue. Pode comprovar aquiaqui - aqui - aqui - aqui. Um gemeniano também tem as suas rotinazinhas.

Não imaginam como me sinto feliz com este pequeno nada. Por isso, aqui ficam os meus agradecimentos:

- Grato a quem vem a este blogue e também aos que comigo interagem no «Facebook», «Google+» e também, aos que convivemos no chão deste nosso planeta.

- Grato aos amigos que fui fazendo. Grato aos «inimigos» que fui colectando, também.

- Grato às minhas irmãs. Grato ao meu gato Preto.

- Grato à Astrid Annabelle, minha alma irmã neste planeta e em toda a Criação, desde a Origem dos Tempos. Grato a mim mesmo, por cada vez me aceitar melhor.

- Grato a todos os astrólogos e praticantes ou estudantes de astrologia. Grato à astrologia e aos clientes, às pessoas e amigos que vou tendo e que aceitam o meu trabalho. Uma especial gratidão à Luísa Sal e ao «Cristal de Cura»; ela sabe o porquê.


- Grato aos astrólogos, colaboradores, visitantes e leitores do site «Escola de Astrologia Nova-Lis». Este site já não me pertence, pois foi doado ao universo. Já nem sequer faço a sua manutenção. Quando surgiu, foi um prenúncio dos Novos Tempos para o movimento astrológico em língua portuguesa no Sec. XXI.

- Grato a todas as pessoas que compartilham o grupo privado «Ilha», no Facebook. Grato a todos aqueles que reconhecem o trabalho que desenvolvo, desinteressadamente. Grato ao universo por me ajudar a viver de forma prazenteira.

- Grato pelo bem que me faz escutar este mantra delicioso - «Gayatri Mantra» [ou estas versões: aqui - aqui -aqui]. Das minhas vidas hindus. Fechem os olhos e oiçam. Grato pela canção que em mim ressoa como representativa de muitas minhas reencarnações passadas, o olhar para o Alto e o Além: «Les temps des cathedralles». 


- Grato à energia intrínseca do «Cova do Urso», como parte integrante de mim mesmo. 

- Grato aos meus entes falecidos e à minha comitiva espiritual.

- Grato a Jesus, que amo incondicionalmente.

- Finalmente, Grato a Deus. Como sabem, diz-se assim: «Graças a Deus».

Envio, espalho, reparto, partilho e recebo bençãos de todos e para todos.

Muito obrigado por todos que fizeram, fazem e farão parte desta minha caminhada, nesta minha última reencarnação, neste planeta que eu amo.

Abraços + beijos a todos.

António

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17 de maio de 2013

Alex Ferguson vai reformar-se no final desta temporada, análise astrológica



O histórico treinador do Manchester United, com todas as honras possíveis, decidiu reformar-se no final desta temporada após 27 anos à frente do clube de Old Trafford. A notícia espalhou-se pelo mundo no dia 8 de Maio de 2013, quando foi anunciada esta sua retirada de cena. A minha análise da sua retirada do futebol, tem por base essa data.

Alex Ferguson
(data de nascimento)
31 Dezembro 1941
16h30
Glasgow, Scotland, Reino Unido

Fará o seu último jogo no dia 19 Maio 2013 frente ao West Bromwich Albion, encerrando assim a sua época, que lhe trouxe ao longo de 27 anos importantes vitórias. Nomeado «Cavaleiro» pela Rainha, em 12-6-1999, o novíssimo Sir Alex Ferguson continuou a conquistar taças e campeonatos. Foram conquistados 13 títulos da Premier League, dez Supertaças, cinco Taças de Inglaterra, quatro Taças da Liga e duas Ligas dos Campeões, ao serviço do clube inglês.

José Mourinho, Jurgen Klopp (Dortmund), Pellegrini (Málaga) e, sobretudo, David Moyes, treinador do Everton, são os nomes apontados à sucessão de Ferguson, no Manchester United. Não irei mencionar aqui todas as homenagens que lhe foram feitas. O homem, nos próximos meses andará em almoços e jantaradas de homenagens. Oxalá ele saiba ser muito regrado e um cavalheiro à moda antiga para não se meter na vida do seu substituto.

Já em 2002 tinha dito que se reformava. mas foi convencido do contrário. Adiou para 2005 e a mesma decisão. Finalmente a 8 Maio 2013, anunciou que se reformava. Foi desta.


Trânsito do mapa de Alex Ferguson com data de 8-5-2013
Clicar em janela separada para poder ver o mapa
com todos os pormenores.


Vamos agora olhar para os seus mapas e trânsitos para, de uma forma simples, percebermos o que se passou no seu íntimo e porque fez funcionar o seu livre-arbítrio neste sentido.

O primeiro aspecto a considerar é a sua própria idade: 71 anos. Muito bem conservados, mas só ele [e a sua esposa] é que sabe como estará aquele corpo a aguentar tanta pressão como são os campeonatos ingleses. 

Antes de mais nada vamos ver como se encontra a casa VI de Ferguson, a Casa das doenças, para percebermos se porventura houve ou há achaques físicos (e médicos) e quais são as suas naturezas: Tem Sagitário interceptado na casa VI e este signo rege a coluna, os quadris e os músculos; o nervo ciático, o fígado e o sistema linfático. Estando interceptado, muitas conclusões podemos tirar, mas sem falar com o   próprio, podemos cometer muitos equívocos. As doenças mais frequentes são as nervosas e respiratórias, reumatismo e problemas hepáticos. Uma coisa é certa. Termos 71 anos não é o mesmo que termos 20 ou 30. Será que alguma destas questões pesou na sua decisão, apesar obviamente de já ter ultrapassado a idade legal e ter os anos contributivos em ordem? Será uma reforma dourada e ainda bem para ele. Não me compete sugerir nenhum tratamento para estas questões, excepto dizer a quem me lê, se está em circunstância parecidas, entre em contacto com a agrimónia. Informe-se e vai gostar. A violeta e a a amapola são outras plantas benéficas.

Um posicionamento curioso no mapa de Alex Ferguson é que Capricórnio apanha 3 Casas: parte da VI, a VII (toda) e parte da VIII. Com Plutão a transitar neste signo, devem ter sido significativas as suas lutas internas. Capricórnio rege o sistema ósseo (que estrutura o corpo humano), os joelhos e a pele (que contém e estabelece limites).  As pessoas de Capricórnio costumam ter problemas de saúde de origem reumática, artrítica e dérmica. Qual é o Sol natal de Ferguson? Exactamente, em Capricórnio. Com isto não estou a dizer que foram as razões exclusivas de saúde que o levaram a tomar a decisão de se reformar. 


Há bem poucos dias, publiquei um artigo aqui em que avaliei as idades da vida e para a faixa geral entre 65 a 75 anos, em linhas gerais disse que se poderia dar «O início do afastamento das principais correntes da sociedade. Rejuvenescimento temporário. Possível escapadela de uma morte anunciada. Novos projectos e exploração social.»

Por farte de Ferguson, a 1ª parte do anunciado está bem decidido: «O início do afastamento das principais correntes da sociedade.» Vai deixar de ser treinador de um dos clubes mais importantes do mundo. Se há algo que mexe mundo é o futebol. O resto ficará para vermos, se é que serão coisas públicas.

Deixando para trás as suas possíveis considerações de saúde, vamos olhar para alguns planetas que lhe estão a trabalhar o mapa natal.


Tenho a certeza absoluta que Alex Ferguson começou em 2012 a preparar silenciosamente esta sua reforma dourada. Deve ter feito tudo muito bem feito: falou com a mulher, consultou os seus contabilistas e advogados e depois de ter a certeza que estaria tudo em ordem com o Estado britânico, pagamentos em dia, contas acertadas, enfim, tudo o que estas coisas envolvem, aí esperou pelo momento certo para anunciar a sua saída do Manchester: quase no fim da temporada inglesa de futebol deste ano. Exemplar.

Porque afirmo isto? Muito simples: Plutão em trânsito [Rx 11º25' Capricórnio] já tinha feito a conjunção em cheio com o Sol do treinador que está 9º35' de Capricórnio, que teve movimentos retrógrados em cima deste Sol na Casa VII de Ferguson, a área das parcerias. O treinador, mais do que um funcionário do clube era o grande parceiro das suas conquistas.

Este Plutão vai começar a fazer uma conjunção a Mercúrio natal, em 15º13' de Capricórnio. Vamos assistir a várias conferências de imprensa e palestras muito racionais onde será muito bem pago, como é hábito lá fora.

Como último apontamento sobre Plutão, olhando bem para o mapa, verificamos que está a fazer uma semiquadratura ao seu MC, Meio do Céu. Portanto, a mexer profundamente com a sua zona de carreira profissional.


Saturno [Rx 7º27' Escorpião], transitando pela Casa V, a área que também trata de desportos e filhos, vai deixar uma série de homens adultos, os jogadores e o resto da equipa com  a sensação de terem ficado órfãos.  Mas isso, como tudo na vida passará, dependendo do próximo treinador a contratar. Mas não devemos nos esquecer que este Saturno está a terminar uma quadratura a Plutão natal [Rx 5º11' - Casa II], habitualmente um trânsito muito pesado que deve ter tido grandes proporções nas tomadas de decisão de Ferguson.

Júpiter [19º03' Gémeos] em trânsito a fazer uma quadratura a Plutão natal  [Rx 5º11' - Casa II] só podia anunciar que se preparava algo enorme na sua vida. Que terá sido? Acredito que o futuro nos dirá alguma coisa. 

Não me quero alongar, e haveria muito a dizer com as progressões e arcos solares, mas creio que isto resume bastante bem a reforma de um grande senhor do futebol. 


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16 de maio de 2013

A existência humana em 11 períodos



A existência humana em 11 períodos

1

De 0 a 3 anos

Individualização primordial, a constituição do ego e do seu domínio sobre os sentidos e a faculdade. Possíveis conversas com os amigos invisíveis.

2

De 3 a 9 anos

O começo da socialização e do aprendizado destinado a levar a criança a considerar a existência dos outros, assim como as suas necessidades e exigência. Longas conversas e brincadeiras com os amigos invisíveis. Cerca dos 7, com o trânsito de Saturno, podem abrir canais de memórias cármicas e ir a vidas passadas buscar “sobreposições” (densidades emocionais), que afectaram a vida presente.

3

De 9 a 13 anos

O domínio dos meios internos e externos do sucesso, da comunicação e da aprendizagem dentro da estrutura protegida da infância.

4

De 13 a 21 anos

O período de teste, quando o indivíduo se depara com problemas de se tornar um adulto e quando constitui o fundamento do seu estilo de vida e personalidade. Aos 14 e aos 21 anos passamos por outros períodos intensos em que Saturno trabalha inexoravelmente e podem abrir canais de memórias cármicas e ir a vidas passadas buscar “sobreposições” (densidades emocionais), que afectaram a vida presente.


5

De 21 a 37 anos

A determinação do lugar do indivíduo no mundo, o exercício da máxima criatividade e liberdade. Aos 28 anos, com o trânsito de Saturno podem abrir canais de memórias cármicas e ir a vidas passadas buscar “sobreposições” (densidades emocionais), que afectaram a vida presente.

6

De 37 a 50 anos

Pode acontecer para muitos, o fundo do poço. Pode ser um período de aparente inutilidade, mas que gera uma nova auto-imagem e apreensão geral do mundo.

7

De 50 a 64 anos

A melhor fase da vida, quando as realizações e a reputação se combinam para fazer com que o indivíduo crie e, ao mesmo tempo, saboreie os frutos dos trabalhos físicos e espirituais.

8

De 65 a 71 anos

O início do afastamento das principais correntes da sociedade.

9

De 71 a 75 anos

Rejuvenescimento temporário. Possível escapadela de uma morte anunciada. Novos projectos e exploração social.

10

De 75 a 81 anos

Recolhimento e introspecção. Possível afastamento da sociedade.

11

Mais de 81 anos

Rejuvenescimento do espírito pelo espírito.


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15 de maio de 2013

Quadratura no céu entre Úrano e Plutão - Um imenso país chamado FMI [republicação]

Ilustração: Copyright do site 'Mapa Astral.org'

Clicar no mapa para aumentar.

1ª publicação neste blogue em 22-Junho-2012
Republicado em 15-5-2013
Mapa do céu da quadratura
entre Úrano e Plutão

Entre 2011 e 2017, Úrano, em Carneiro / Áries [aqui] e Plutão, em Capricórnio [aqui], ambos em signos cardinais, farão uma enorme quadratura no mapa do céu, que durará anos. Esperam-se mudanças em todo o tipo de governos e organizações no nosso planeta. E, em nós, também. Aguardemos para confirmar. (Um exemplo desta quadratura, aqui.)


O ciclo destes planetas é enorme, e eu nem me atrevo a falar dele, pois não creio que alguém tenha feito, em vida, um ciclo completo - de conjunção a conjunção. Para não entrarmos em grandes fantasias, creio que é mais sensato analisarmos os momentos actuais do ciclo.


E o momento actual é a intensa quadratura que estamos a viver. É um conjunto de 7 aplicações exactas entre 2012 e 2015. Mas como temos que ter em atenção a aproximação e o afastamento do ângulo exacto, mas minhas contas vejo como um longo período de 2011 a 2017. É por isso que se fala tanto em trânsitos geracionais. O que devemos reter é a ideia que nestes 6 anos todos os bebés terão esta quadratura nos seus mapas natais. Que farão com as suas vidas? Não sabemos...


Vamos já deixar as nossas mentes tranquilas, mencionando as datas exactas em que se darão as 7 quadraturas entre Úrano e Plutão:

- 2012, Junho 24
- 2012, Setembro 19
- 2013, Maio 21
- 2013, Novembro 1
- 2014, Abril 21
- 2014, Dezembro 15
- 2015, Março 17

Uma mudança ligeiramente significativa em Portugal, já se deu na banda da política, e foi a eleição de uma mulher para Presidente da Assembleia da República. Poderão perguntar: que mudança é esta? E a resposta óbvia é, alguma mudança de mentalidades. Imaginem quão mortificados terão ficado os «Velhos do Restelo».

No entanto, quero deixar claro o seguinte: isto que se toma como «novo», em Portugal, não é tão novo assim, pois há décadas tivemos uma mulher como Primeiro-Ministro (os mais velhos lembram-se). Por outro lado, em termos esotéricos não tem nenhum significado, apenas a relevância de ser uma mulher a presidir à Assembleia dos representantes do povo. É um tema simples, bastante pobrezinho, mas de qualquer maneira, é sempre bem-vindo. Não vale a pena deitar foguetes, porque a maioria dos políticos actuais, para terem acesso a lugares de poder no actual contexto planetário, vão aos poucos abandonando a sua alma (uma ideia do André Louro de Almeida, com a qual concordo em absoluto).


Úrano em Carneiro/Áries [coisas repentinas, o inesperado, internet] a fazer funcionar a muito esperada quadratura [uma situação tensa e difícil, como esticar e rebentar] com Plutão em Capricórnio [o poder instituído], Em signos cardinais, dando maior ênfase aos acontecimentos.

Bom, para nos situarmos de imediato: esta quadratura é a maior responsável pelos escaldantes acontecimentos ocorridos no Médio-Oriente, que todos sabemos, ainda em 2011. E vai continuar, não se ficando apenas pelo que já aconteceu. Presidentes e governos foram derrubados. Mudanças enormes a se efectuarem. E os donos dos petro-dólares sempre do lado dos vencedores, a corrompê-los. Habitualmente, associa-se Úrano à Voz de Deus. Nestes casos islâmicos, nunca melhor aplicado. É sempre o novo [Úrano] a enfrentar o poder instituído [Plutão].

Em Portugal, e tudo ainda em 2011, manifestações gigantescas da auto-intitulada «Geração à rasca», conceito que se expandiu por outros países. É sempre o novo [Úrano] a enfrentar o poder instituído [Plutão]. Outro exemplo do que falo, foi o bota abaixo fulminante do governo Sócrates. Outro exemplo bem mais recente é o actual governo de Passos Coelho estar a ser continuamente confrontado, de todos os lados, de todas as frentes.

É sempre para mexer e remexer. Haveria muitos exemplos a dar, mas creio que os leitores ficarão prevenidos para novas ocorrências que seguramente acontecerão no mundo. Servem os casos europeus? Grécia, por exemplo. Portugal, também. Até já temos na Europa, governos não eleitos nas urnas... Mais exemplos???

Está toda a gente pendente do que irá acontecer na próxima reunião dos poderosos da Europa: irão aceitar o proposto pela Grécia e este país permanecerá na zona Euro? Ou, pelo contrário, a Europa desgarrar-se-á e a zona Euro terá os dias contados? Vejam mais atrás as datas de todas as quadraturas e aí terão a AGENDA POLÍTICA MUNDIAL. 

Que venha o Diabo e escolha.

Ei, companheiro/a, não é por fingirmos estarmos todos iluminadozinhos e, portanto, parecer que o Diabo já não existe, que ele não deixe de funcionar e provocar-te, metendo-te medo.

Percebe-se que haja esta ansiedade do lado político, pois se pararmos um bocadinho e se fizermos contas a quando é que ocorreram as anteriores quadraturas entre Úrano e Plutão, o panorama histórico não é nada simpático: foi nos anos 30. A Grande Depressão, o despontar do fenómeno Adolf Hitler, o próprio PLutão foi descoberto nesta década. A consequência:a a guerra na Europa.

Agora estamos numa situação irónica: o país que quase destrui a Europa nos anos 30 e 40, está agora no centro da polémica, pois tornou-se o país mais poderoso da Europa. Tão poderoso que manda muito e os outros obedecem e quem não o fizer...

Quem são os países que nunca aderiram à Zona Euro? Todos sabemos e, hoje, pecebemos, que nunca confiaram na Alemanha democratrizada.

Antes de avançarmos reproduzo aqui uma citação recente [23-6-2011] e muito oportuna de André Louro de Almeida, na sua página do Facebook (aqui): «Algum economista ou académico que possa nos explicar de forma clara que tipo de DÍVIDA Portugal tem, a quem, porquê e desde quando? Se isso era previsível já em 2007? Se o problema foi de falta de competência, falta de desenvolvimento, corrupção ou inércia? É que se o racional tanto se aplicar a Portugal como aos 50 países no mundo em crise financeira séria, temos bases para conceber a situação como global, estrutural e internacional e deixar de ver Portugal como dramaticamente responsável. Portugal é guardião da Tradição Templária Joanina, a Irlanda é guardiã da Tradição Celta e a Grécia é guardiã da Tradição Egipcio-Helenica. Estes 3 países estão em processo de se tornarem sub-sectores de um imenso país financeiro chamado FMI no qual os EUA tem 17% de quota, e que reflecte claramente os interesses da comunidade da alta finança ocidental. Mas gostava de ouvir os economistas.»

Cá temos a síntese desta quadratura gigante: «um imenso país financeiro chamado FMI». Aos quais eu acrescentaria - um imenso poder das agências de rating, que apenas zelam pelos interesses americanosComo a História nos ensinou, as mudanças de ciclos dão-se em simultâneo, quando se atingem os picos. É um processo típico de Plutão que vem ser alterado por Úrano.

Outro exemplo foi o caso «Blogger» em Maio 2011. Neste caso,  Plutão era representado pelos mega empreendedores da net Google / Blogger / YouTube / Twitter /Facebook / e os grandes servidores de todo o mundo. Tinha que estourar por algum lado. Estourou pelo lado que atinge milhões e milhões de pessoas em todo o mundo: na internet. Na prática deve-se interpretar como o «poder moderno» [Plutão] sendo confrontado com a «voz de Deus» [Úrano].

Se estivermos atentos a outras notícias do mundo, percebemos que há um «grande plano» em acção significativo desta quadratura. Recordemos apenas estes casos 'inesperados' muito recentes: os EUA mataram Bin Laden e em retaliação, a Al-Kaeda, provocou o ataque bombista que matou 80 pessoas no Paquistão. Nesta quadratura, é sempre o «poder» [Plutão] a ser confrontado. Por exemplo: o «poderoso» Bin Laden, senhor da Al-Kaeda (sobrevieu a 10 anos de intensas buscas) foi confrontado e... foi abatido. O «poderoso» e atómico Paquistão, na prática, hospedeiro de Bin Laden e sua organização, foi confrontado dentro das suas fronteiras pela Al-Kaeda, a quem dava abrigo escondido e camuflado, e os seus cidadãos foram abatidos.

Quem tiver tempo e pre-disposição, leia este artigo aqui, de 2008. Mas não é para ser lido às cegas, com um grande «amén», ok? É para reflectirmos nos acontecimentos mundiais.

Também reproduzo uma citação do livro «A Violência do Mundo» (2004) de Edgar Morin e Jean Baudrillard: «A probabilidade do triunfo absoluto do capitalismo não me parece certa ainda, mas é uma grande probabilidade. Contra ela existem, cada vez mais, forças que se levantam e que se levantarão ainda e ainda. Ora, os movimentos particularistas que apenas vêem o seu próprio problema estão muito dispersos e são, assim, incapazes de criar uma resposta mundial para um problema mundial. Hoje torna-se necessário caminhar para a busca de uma resposta ou de uma multiresposta mundial para um problema que nos diz respeito a todos (...)»

Ainda mantendo-nos em Portugal, gostaria de voltar à frase «Portugal é guardião da Tradição Templária Joanina, a Irlanda é guardiã da Tradição Celta e a Grécia é guardiã da Tradição Egipcio-Helenica» [e outros países, também] para levantar esta questão, à qual não tenho respostas: que  preparam as Hierarquias Espirituais destes países para os respectivos povos e habitantes?

Falando apenas de Portugal, será que esta quadratura levará a que o nosso país saia dessa 'coisa' chamada «Euro»? E se voltarmos à antiga moeda, o «escudo», como será a situação? Voltará aos níveis que tinha quando aderimos à zona Euro, ou seja, a moeda irá desvalorizar-se para metade? Já imaginou que hoje pode ter um salário 'simpático' de 1.500 euros, que na prática correspondem a 300.000 escudos (300 contos), mas que, de um momento para o outro, se começar a receber em «escudos» pode acontecer que o salário se desvalorize para metade? Se a ideia for reduzir os custos e os preços, será que as empresas vão aguentar esses salários? Há quem tenha muito menos e consiga viver.

Assistiremos, nos próximos anos, a um choque emocional de proporções épicas de uma só vez? Vá pensando nisso, se vive em Portugal, independentemente da sua nacionalidade. Ou nos outros países mencionados. Se isto acontecer, os mais novos, que nem fazem ideia do que é o «escudo» vão andar mesmo 'zarabatinados'. Lá se vão as Playstation último modelo por água abaixo, porque continuarão a serem importadas e pagas em euros ou dólares, devidamente cambiados em escudos. Podemos intuir que há claramente 2 fases para estes acontecimentos poderem ocorrer: de 2012 a 2017 e, depois, até 2022.

Outra questão igualmente pertinente é que podemos continuar todos na zona euro, mas com a existência de um «euro» com 2 ou 3 câmbios diferentes. Um «euro» em Portugal, Grécia, Espanha, Irlanda ou Itália não terá o mesmo valor que um «euro» na Alemanha, Holanda ou França. (ver aqui).

Tudo isto deveria merecer a nossa atenção e aplicar a nós mesmos, ao nosso interno, ao nosso poder pessoal. Ao nosso guerreiro interno. Em simultâneo, deveríamos estar atentos à vozinha que na nossa cabeça nos tenta dizer umas coisas e habitualmente, não ligamos nenhuma. 

Investiguem nos vossos mapas natais onde cai esta quadratura e aí terão algumas das crises das vossas vidas. Se quiserem aprofundar um pouco mais, poderão clicar aqui. Isto não é mais do que uma continuação muito cerrada a assuntos já mencionados em 2010, aquiaqui e aqui. Ou, em linhas gerais e com mais variedade, aqui. Também temos, recentemente, o caso da Moody's que classificou como «lixo» a dívida pública portuguesa - ler aqui.

Quem quiser entender, a nível mais esotérico ou espiritual, este assunto da crise económica global, recomendo que leiam as conferências de André Louro de Almeida, dadas em 1998, sobre a «Matriz Melquisedeque» [tema completo: aqui - aqui - aqui - aqui], a «Matriz Cristóide» e «24 Portais locais em Portugal», que se tornaram mais actuais que nunca. A actual crise global foi descrita em detalhe nestas conferências. O assunto em geral, anda à volta da desactivação dos pilares da actual civilização do nosso planeta.


Antes de terminar o assunto da quadratura de Úrano a Plutão, estou interessado em recordar os leitores esta sigla - BRICS. São as iniciais em inglês, de 5 países em franco desenvolvimento e que serão, no futuro, os manda-chuvas do planeta: Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Tal como a ilustração nos mostra quase na totalidade, pois falta a zona verde da África do Sul. Quem gosta destes assuntos deveria deter-se na questão Norte - Sul. São países gigantescos.

«Há fortes indícios de que os quatro países iniciais do BRIC têm procurado formar um "clube político" ou uma "aliança", e assim convertendo o seu crescente poder económico em uma maior influência geopolítica. Em 16 de Junho de 2009, os líderes dos países do BRIC realizaram a sua primeira reunião, em Ecaterimburgo, e emitiram uma declaração apelando para o estabelecimento de uma ordem mundial multipolar. Desde então, os BRICs realizam cúpulas anuais e, em 2011, convidaram a África do Sul a se juntar ao grupo, formando o BRICS.» - Fonte: Wikipedia

O potencial económico destes países é de tal ordem que poderiam tornar-se as cinco economias dominantes do mundo até o ano 2050. Estes países mudaram os seus sistemas políticos e adoptaram o capitalismo global. Não é por acaso que eventos de magna amplitude como os Jogos Olímpicos e Campeonatos do Mundo de Futebol se realizem nestes países. Até dá a impressão que não sofrem o efeito desta quadratura entre Úrano e Plutão. Sofrem sim, mas de outro jeito, que à maneira portuguesa dizemos assim: «Quem sofre é o mexilhão»

Em todos estes países a classe média baixa adquiriu poder de consumo, a classe média alta aumentou o seu poder e os pobres continuam a ser pobres e explorados. Talvez tenham salários um pouco melhores. Quanto aos donos do «capital», ficaram ainda mais ricos. 

Esta quadratura, entre Úrano e Plutão, está e estará muito activa nos nossos mapas, nos signos cardinais: Carneiro/Áries, Câncer/Caranguejo, Libra/Balança e Capricórnio.


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Proponho a leitura do artigo «Úrano / Plutão - Uma Perspectiva Simbólica», 
de Vera Braz Mendes à luz dos símbolos sabianos.

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