International Top 50 Astrology Sites - o Cova do Urso faz parte do ranking

31 de agosto de 2010 · 24 comentários

Esta história conta-se rapidamente. Há cerca de um ano atrevi-me a colocar o 'Cova do Urso' no site de rankings (directório) - astrology.toplisted.net - especializado em blogues e sites de astrologia. Lembro-me de, na altura, ter pensado no non-sense que era colocar um blogue em língua portuguesa, num directório basicamente destinado à língua inglesa.


Photobucket

No último fim-de-semana resolvi fazer uma 'limpeza' à enorme quantidade de endereços de sites e blogues que tenho no meu computador, nos favoritos. Apaguei imensos. Até que cheguei a este e ao clicar fiquei de boca aberta: o 'Cova do Urso' ao longo dos meses tomou relevância e entrou nos Top 50. Um blogue em língua portuguesa no meio de imensos blogues em língua inglesa!!! Fiquei feliz e agradeci ao universo. E decidi partilhar, pois pode ser que colegas astrólogos de língua portuguesa e/ou espanhola se animem a inscrever os seus blogues.

Os mais interessados e que queiram ver o interior desse site, vão reconhecer imediatamente a imagem abaixo do 'Cova do Urso', pois a barra vermelha do blogue, distingue-se com facilidade.



Agora, mostro-vos os diversos posicionamentos



Aproveito a oportunidade para lhe pedir um favor:
Se tem a intenção de espreitar nesse site, por favor, clique em cima
da imagem do meu blogue, pois esses 'click out' contam bastante no ranking.
Ao clicar virá parar ao meu blogue real.

astrology.toplisted.net

Quem quiser saber mais (FAQ's) sobre este directório, clique aqui.

O email do directório: webmaster@toplisted.net


http://astrology.toplisted.net/

Muito agradecido aos leitores que, com as suas visitas,
permitiram que eu e o 'Cova do Urso' estejamos felizes.

Ainda outro dia festejávamos as 600.000 páginas! Quem diria?


BlogDay 2010 - Apresentando 5 blogues

· 23 comentários

Blog Day 2010


A 31 de Agosto festeja-se o BlogDay, uma iniciativa para dar a conhecer 5 novos blogues aos leitores de cada espaço. Assim, tenho muito gosto em apresentar estes blogues, que aprecio muito [clicar nos nomes dos blogues]:


«Jardinagens»
Autor: Ezequiel Coelho - País: Portugal
É um sagitariano simpático, um artista multifacetado, fotógrafo de mão cheia e, como o próprio nome do blogue diz, gosta de jardinagem, sendo um profundo conhecedor de cactos. É um blogue que existe desde Abril de 2006 e trata de muitas jardinagem da vida que não apenas as flores e os cactos.

«Bliss 1000»
Orientação Vocacional Astrológica
Autor: Tereza Kawall - País: Brasil
A descrição que faz de si própria: «Estuda Astrologia desde 1977. Formada em Psicologia com pós-graduação em Psicossomática, com ênfase na orientação junguiana. Trabalhou como colaboradora da revista Planeta na criação de calendários, almanaques e edições especiais, no Jornal da Tarde com colunas semanais; escreve artigos para a revista Bons Fluídos e para os sites de astrologia Constelar e CNA. É co-autora do livro “Astrologia, os Doze Portais Mágicos” onde assinou o capítulo sobre o signo de Leão (editora Talento, 2001).»

«Nosso Cotidiano»
Autor: Hugo de Oliveira - País: Brasil
A descrição que faz de si próprio: «Pedagogo pela FAEM(2007)Pós-Graduado em Gestão do Trabalho Pedagógico pela UNIME(2008)Formação em Gestão Cultural pela UESC (2008) Atua como assessor e coordenador na área educacional, elaborando projetos, cursos e palestras. Com habilidades em comunicação, relações humanas e gestão pessoal.»

«Nos Interstícios da Luz»
Autor: João Henriques - País: Portugal
É um blogue muito jovem, mas francamente prometedor. Basta o seu autor querer e poderá ser um blogue em expansão e com reconhecimento. Não lhe falta qualidade na escrita.

«Entendendo Astrologia»
Autor: Luan Ramos - País: Brasil
A descrição que faz de si próprio: «Sol em Virgem, Ascendente em Touro e Lua em Escorpião ;)»

http://technorati.com/tag/BlogDay2010


Inicia-se a retirada de parte da tropa americana do Iraque

30 de agosto de 2010 · 15 comentários

O Presidente dos Estados Unidos da América, Barack Obama, afirmou este sábado [28/8/2010] que a guerra no Iraque "está prestes a terminar", e que o dia 31/7/2010 foi definido para a retirada das tropas norte-americanas naquele país. Obama disse: «Quando eu era candidato a este cargo, prometi que poria fim a esta guerra. Enquanto Presidente, é o que me preparo para fazer. Fizemos regressar a casa mais de 90 mil soldados desde que assumi funções». «No dia 31, após mais de sete anos, os Estados Unidos vão pôr termo à sua missão de combate no Iraque e ultrapassar uma etapa importante para o fim responsável da guerra», declarou Obama. Está prevista a saída de 14 mil militares a 31 de Agosto e a permanência de 50 mil, até 2011, para assessorar e formar o exército e a polícia do Iraque.

O chefe do Estado-Maior iraquiano, Babaker Zebari, avisou que a retirada dos militares norte-americanos até 2011 será prematura, porque as suas forças não serão capazes de garantir a segurança do país antes de 2020.



Clique para aumentar o mapa dos EUA no dia da retirada de parte das tropas

Para quem não sabe ou não se lembra, o Iraque invadiu o Kuwait no dia 2 Agosto 1990 e, anos depois foi invadida pelos Estados Unidos da América em Março de 2003, aparentemente como resposta ao terrorismo (lembremo-nos que em 11 Setembro 2001 tinha-se dado a tragédia das World Trade Center), mas sobretudo porque George Bush e o seu staff acreditavam que o Iraque estava a produzir armamento nuclear e armas químicas de destruição massiva. Foi aquilo que se sabe: uma tragédia, com os milhares de mortos de ambos os lados. E, para desonra dos Estados Unidos, não foram encontradas nenhumas dessas supostas armas fatais. Pelo meio, e como preparativos para a invasão, Bush declarou que o Iraque pertencia o «Eixo do Mal», juntamente com o Irão e a Coreia do Norte.

Foram precisos vários anos para surgir um candidato a presidente dos EUA, Barack Obama, que dissesse claramente, que o exército americano regressaria a casa. Esse regresso começa no dia 31 de Agosto, com um enorme conjunto de 14.000 soldados. Conseguimos imaginar a alegria das famílias? Mães, esposas, pais, filhos, tios, primos, amigos e vizinhos a comemorarem o regresso dos seus jovens (e menos jovens, também). Permanecem ainda no Iraque 50.000 que, de forma escalonada regressarão todos a casa, até aos finais de 2011. Oxalá não haja más notícias, pois Plutão e Saturno continuam em quadratura.

Olhando para o mapa dos EUA e para os seus trânsitos para o dia 31 de Agosto, o primeiro que se percebe é que este regresso é um dos efeitos imediatos da Grande Cruz 2010, tão amplamente tratada na internet (clica aqui).

O ascendente Sagitário, que representa o povo americano, está em óptimo estado celeste, pois tem apenas Mercúrio retrógrado a fazer quadratura. Não é difícil imaginar quem se está a opôr: a oposição governamental (republicanos), os lobies instalados representativos dos interesses dos fabricantes de armas e equipamento militar, assim como fornecedores de alimentos e medicamentos às tropas instaladas no Iraque (serão biliões de dólares anuais que deixam de facturar) e, como sempre os extremistas políticos. Quando muito poderá haver muitas famílias desiludidas por ainda terem que esperar mais algum tempo pelos filhos.

O Sol encontra-se muito bem, sem praticamente receber aspectos. O Saturno natal também está muito sossegado, recebendo apenas uma quadratura de Mercúrio retrógrado. natal recebe aspectos doces e amigáveis de JúpiterVénus e Marte, facilitando a vida em todos os sentidos. Úrano não recebe nenhum aspecto tenso. Plutão, fruto da Grande Cruz, ainda recebe uma quadratura de Saturno. Pois é: ainda ficam 50.000 militares em terreno iraquiano. Nem tudo é perfeito.


A gata Lola a ser cruelmente atirada para o lixo - análise astrológica

29 de agosto de 2010 · 16 comentários

No sábado, a 21 de Agosto, na Inglaterra, país conhecido por serem pessoas cuidadosas com os animais, ocorreu uma cena com alguém muito perturbado. Mary Balle vinha a passar quando lhe surgiu a gata Lola e até a acariciou. Ali ao lado havia um daqueles depósitos urbanos de lixo, de cor verde e, Mary certificando-se que ninguém a via, agarrou a gata pela nuca e atirou-a para dentro do recipiente do lixo. E seguiu caminho, como se nada tivesse ocorrido. Lola foi descoberta 15 horas depois pelos seus proprietários e já está em casa e salva.

Todo o incidente foi captado por câmaras de segurança e logo virou notícia em todo o mundo. Primeiro na intenet, no Facebook e no You Tube e quase que imediatamente passou para as televisões. Foi notícia mundial. Milhões de pessoas viram a ocorrência. Pouco tempo depois foi noticiado que a polícia tinha encontrado a mulher responsável, mas ao invés de prendê-la deu-lhe protecção policial, tal a era a fúria das pessoas.

Sempre me perguntei: e porque os operadores das camâras que filmaram toda a situação, não tentaram socorrer a Lola, imediatamente, preferindo colocar na intert - Facebook e You Tube [se quiserem localizar esta história procurem pelas palavras chaves].



Vamos à análise astrológoca do acontecimento:

Gostaria de saber qual a relevância astrológica que seria necessário para um evento tão grotresco como este. O primeiro a apontar é o facto de nesse dia 21 de Agosto, Urano estava em Peixes está no grau 29 e retrógrado, que é considerado ser um grau crítico. O trânsito também coincidiu com a entrada precoce do Sol em Virgem e a entrada de Mercúrio no mesmo signo mas retrógrado. Tanto Virgem e Peixes são conhecidos por serem os amantes dos animais, sobretudo os domésticos. Para além disso a Casa 6, regida por Mercúrio (retrógrado )é a Casa das regras de Virgem e trata dos pequenos animais, questões de saúde e assim por diante.

Peixes rege a empatia, bondade, e emite o sinal de que odeia de ver sofrimento. O vídeo levantou muitos protestos de todo o mundo, pela crueldade que no ser humano ainda pratica com mos animais. Dentro da famosa Grande Cruz 2010, Úrano está em quadratura com Plutão e como regente da Internet foi mais um escândalo «chocante» que se deu sob os nossos olhos. Neptuno fazia oposição ao Sol, fazendo com as coisas ficassem mais 'aéreas'. Sem consistência. Vénus e Marte, 'agarradinhos' circulavam pela mapa desse dia, na casa 12, o sítio das reclusões. Saturno estava Peregrino de planetas pessoais, ou seja não fazia aspectos pessoais ao Sol, Mercúrio, Vénus e Marte. A Lua ao passar por Capricórnio, não estava no seu melhor estado.

Seria interessante conhecer o mapa emocional daquela mulher.


A vida após a morte ou, melhor ainda, a vida após a vida

· 17 comentários



Foram dos melhores 9 minutos e 23 segundos que tive nos últimos tempos. É um vídeo excelente. Para todas aquelas pessoas que se dedicam à espiritualidade e, também para aquelas pessoas que dizem ter medo da morte. É uma experiência única.

Créditos: Este post foi feito por me ter inspirado na divulgação do vídeo que a Maria Santos e a Helena Jorje fizeram no Facebook. Para as conhecer pode clicar no nome delas.

600.000 páginas vistas no Cova do Urso

28 de agosto de 2010 · 22 comentários


Como pode ser conferido no contador no final da barra direita, hoje, o blogue ultrapassou as 600.000 páginas vistas pelos amigos e leitores. Isto dá-me imenso prazer, pois significa que este blogue está a ser bem aceite e a funcionar como uma fonte de informação.

Isto até parece que está a acontecer muito depressa, pois foram necessários 2 anos para, em Novembro de 2009, comemorar aqui as 500.000 páginas vistas. Depois, foram precisos 7 meses para que, em Junho deste ano, a comemoração fosse as 550.000 páginas vistas. E agora, em 2 meses, cinquenta mil páginas foram acessadas pelos leitores, passando para o total de 600.000 páginas vistas. Vamos a caminho do próximo número mágico.


Estou muito feliz!


Muito agradecido a todos.

Este contador encontra-se no fim da barra direita do blogue.


Páginas vistas até ao momento


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Contagem apenas desde Março 2008 apesar deste blogue existir desde Novembro 2007

Mais de 600.000 páginas vistas ao longo destes posts e comentários,
e parece que vamos ter que comemorar os 1.000 posts.




Desencarne colectivo no Paquistão

· 12 comentários

Até ao momento: mais de 1.600 mortos. 6 milhões de desalojados. 20 milhões de afectados, fruto de uma catástrofe natural. Lembremo-nos dos animais também. São números gigantescos. Nos últimos tempos são frequentes outros desencarnes colectivos, com maiores ou menores números, um pouco por todo o mundo. Estes cenários serão cada vez mais frequentes.

Nós, os vivos temos, igualmente, que socorrer as almas desencarnadas nessa mesma tragédia.

Quem pratica meditação ou faz círculos de luz, ou se dedica a trabalhos espirituais também deve ajudar essas almas abruptamente desencarnadas, pois milhares e milhares delas podem estar em sofrimento, por ainda estarem ligadas aos seus corpos já sem vida.

Enviar Luz e energia crística é um caminho muito positivo. Quem saiba mais profundamente sobre estes assuntos, certamente já estará em acção desde a primeira hora.

Juntemo-nos espiritualmente, enviando Luz, de modo a apaziguarmos qualquer sofrimento que ainda possa haver, ao nível das almas que escolheram desencarnar colectivamente.

As orações também são bem-vindas, feitas especialmente com essa intenção. Preces, orações e meditações aliadas à nossa intenção de apoiarmos o caminho evolutivo das almas desencarnadas.

Peçam à Chama Violeta para purificar todos os que partiram, que fizeram a passagem, para que eles recebam a sua Ascensão.

Não sei explicar melhor. Lamento.


Fotos, aqui.

O Tibério já está muito melhor

· 22 comentários



Este é um tipo de post que não é habitual no 'Cova do Urso', mas apeteceu-me partilhar que o Tibério já está muito melhor. Para quem não saiba, o Tibério é o pastor alemão que vive comigo vai a caminho de 11 anos. Na época, já adulto, tinha sido abandonado, preso a uma árvore, nas traseiras de uma casa velha abandonada. O veterinário do Tibério calcula que ele possa ter à volta de 14 ou 15 anos. Portanto, já é velhote, tal como eu. Temos envelhecido juntos, com muita alegria, muito companheirismo e alguns sustos pelo meio. Em casa, também vivem 2 gatos [o Preto e o Gabriel] que já lá estavam quando o Tibério apareceu na nossa vida. Entre eles, tudo pacífico.

A foto de cima, mostra-nos os medicamentos que o Tibério tem estado a tomar, para além de 2 injecções que teve que levar no veterinário. Tem sido uma história macaca fazer com que ele tomasse 8 comprimidos por dia. Agora, já está reduzido a 2 comprimidos e dentro de 3 dias ficará só com 1 comprimido, mas para o resto da vida dele e é a caixa da esquerda que tem a foto de um pastor alemão.


Aqui está o Tibério, deitado ao meu lado, debaixo na minha mesa de trabalho. Tinha acabado de tomar 4 comprimidos seguidos e estava desaustinado e ficou de costas para mim, como que a protestar por ser obrigado a tomar comprimidos que ele detesta.


Esta é a caixa de plástico onde guardo os medicamentos do Tibério. Está ao lado da minha própria, onde guardo os meus medicamentos, também 9 por dia, mas crónico.


Um exemplo de Plutão em Capricórnio


Hoje fiquei muito surpreendido. Fui à farmácia reabastecer-me de comprimidos para mim e descobri que o preço do 'Sinvastatina Biolipe' desceu abruptamente. De 27 euros passou para 13,88 €. Com a comparticipação a que tenho direito, paguei apenas 6,10 €. Isto é fruto de uma Lei recente em Portugal que obrigou as farmacêuticas a baixarem substancialmente uma grande quantidade de medicamentos para doentes crónicos. Mas a Lei era clara: baixar o preço dentro da margem de lucro das farmacêuticas. Vejam só: se ainda continuam a ter lucro com o novo preço, mais baixo, imagine-se o que ganharam durante anos e anos. Um excesso. É Plutão em Capricórnio a favorecer os povos em detrimento de multinacionais bilionárias que vivem à custa das necessidades de saúde dos seres humanos.

Blog Action Day 2010: Ajude a escolher um tópico para este ano

27 de agosto de 2010 · 8 comentários


O dia 15 de Outubro está muito próximo para você poder participar no «Blog Action Day 2010». Mas antes o site «Change.org» propõe-lhe que vote para escolher o tema deste ano do «Blog Action Day».


Deixo aqui o link do que foi o Blog Action Day 2009 e o tema 'Clima'
Conheça o blogue deste movimento, clicando aqui.

Actualmente, a selecção inclui os seguintes temas, mas eles continuarão a colher sugestões até que a votação seja encerrada.

Água: A ONU declarou recentemente que a água é um direito humano, mas milhões de pessoas no mundo ainda não têm sequer acesso à mais básica, trazendo doenças e a possibilidade de conflitos militares em torno do acesso à água potável.

Tráfico de Seres Humanos: Da prostituição ao trabalho forçado, mais de 27 milhões de pessoas são escravas nos tempos modernos, fazendo o tráfico de seres humanos uma tragédia no mundo.

Mulheres: O grupo mais discriminado no mundo não é minoria. Da desigualdade de escolaridade a redução de oportunidades económicas, as mulheres enfrentam um grau desproporcional de adversidade em todo o mundo.

Alimentação sustentável: A agricultura industrial tomou conta do suprimento mundial de alimentos, criando obesidade no mundo desenvolvido e difundindo as culturas de alimentos geneticamente modificadas e muitas vezes acabando com a agricultura local no mundo em desenvolvimento.

Fome: Enquanto muitos de nós podemos ter uma alimentação saudável e nutritiva, mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo acreditam que é um luxo inacessível.

Oceanos: A sobrepesca e a poluição dizimaram incontáveis espécies de peixes e outros vida marinha ao longo das últimas décadas, e derrames de petróleo recentes têm mostrado o quão vulnerável a vida aquática é perante as catástrofes provocadas pelo homem.

Em 2009, mais de 31.000 posts foram feitos por todo o mundo sobre o tema das alterações climáticas. Por isso vote no seu tema favorito. Participe.


Usar a intuição, as emoções e o corpo físico

24 de agosto de 2010 · 12 comentários


Este post foi publicado no 'Cova do Urso' a 21 Julho 2008.
Estou numa fase de republicar os textos que eu próprio escrevi e gostei.
Arejar. Movimentar. Libertar.


[Estarei ausente do blogue durante alguns dias]

Ocorreu-me pensar um pouco sobre a capacidade de verbalizarmos as nossas emoções. As mulheres, com destacada vantagem em relação aos homens, têm a enorme capacidade de verbalizarem as emoções de uma forma natural. As mulheres têm o condão de saberem falar daquilo que as incomoda, das expectativas e frustrações que carregam. Isso é muito positivo. Nas consultas de astrologia isto é mais que óbvio.

Essa capacidade de verbalização das emoções permite afastar, aligeirar ou curar muitos sintomas que se podem transformar em situações mais graves na vida das pessoas. Sem irmos mais longe, vejam-se os milhares de blogues que existem na internet. As mulheres conseguem falar de tudo o que lhes vai na alma. De tudo, mesmo. Os blogues dos homens são, regra geral, de outra natureza.

O ser humano nasce com o “kit” de avisos para a sua cura pessoal: intuição, emoções e corpo físico. Digamos que seria o nosso manual de instruções. Os bebés sabem usar a intuição. Vão crescendo e aos 3 ou 4 anos, (ou antes) a família e a comunidade (escolinha, etc.) tudo fazem para encharcar a criança com questões meramente mentais, tapando com isso a sua natural intuição. A Lua também é intuição. Por informações que vou tendo, já há muitos educadores sintonizados com novas formas de preparar as crianças.

Se vamos perdendo o contacto com a nossa intuição, há uma outra energia que está sempre presente: as emoções. Novamente, a Lua. Dar atenção ao estado emocional (não confundir com sentimental / amoroso) é importante para evitarmos situações desastradas na nossa vida. Uma Lua progredida pode ajudar imenso na compreensão de certas situações na nossa vida.

A última parte do nosso “kit” diz respeito ao corpo físico. Quando não damos atenção às nossas emoções, o corpo físico começa a emitir sinais. Quando o corpo emite avisos, é sinal que alguma coisa anda mesmo mal connosco mesmos. Chegamos a adoecer. Por vezes, com sérias complicações. É necessário reaprender a conhecer os sinais da nossa intuição, das nossas emoções e, por fim, do nosso corpo físico.

O corpo só fala quando as outras vias estão entupidas ou tapadas – a intuição e as emoções. As ferramentas astrológicas podem dar-nos preciosas informações do nosso estado anímico no momento.

Imagine isto: damos um jeito ao ombro direito e ficamos com dores. No mínimo, significa que a pessoa anda a forçar alguém para fazer determinada coisa. A outra pessoa não gosta da ideia, e até sabemos isso. Sabemos isso no mais fundo de nós mesmos. Sabemos que estamos a forçar alguém a fazer uma coisa contra a sua vontade. Ah! Casais, namorados e amigos!

Mas, obstinados, forçamos… A intuição diz-nos que não deveríamos forçar. Num segundo nível, as nossas emoções ficam voláteis e avisam-nos que não deveríamos seguir aquele caminho. Nós mesmos vamos tapando os avisos. Só resta a última oportunidade e sempre a mais dolorosa – o corpo avisa-nos… arranjando uma forma de darmos um jeito ao ombro direito. Claro que há variações neste jeito dado ao ombro direito. Pode ir de uma leve impressão de incómodo até situações bem mais graves. Depende sempre daquilo que andamos a fazer.

É aquela velha máxima: “O material tem sempre razão”.

Os que estudamos astrologia, deveríamos estar aptos a prestar atenção a estes pormenores e, assim, termos uma visão holística das situações.

[Estarei ausente do blogue durante alguns dias]

A morte, Vénus e a Lua

· 8 comentários


Passei recentemente por dois acontecimentos tristes: no dia 21 de Julho, foi o falecimento do meu compadre e no dia 20 de Agosto, foi o desencarne do meu cunhado. Eu sou daquele tipo de astrólogos que não está sempre a olhar para os seus próprios mapas. Passam semanas que nem olho para os meus trânsitos. Mas desta vez resolvi olhar com muita atenção, atendendo aos dois falecimentos tão recentes e tentar perceber as coisas astrológicas.

Este blogue está praticamente inundado com assuntos de Vénus [exemplos: aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, mas há mais] e habitualmente tenho escrito sobre amor, relacionamentos ou sexualidade e a respectiva complexidade destes assuntos. Não me recordo de ter associado este planeta à morte. Tive que aprender a duras penas. Não que Vénus possa causar a morte, mas significando que podemos passar por momentos de dor e perda com a morte de alguém.

Em termos meramente físicos, sem qualquer pensamento metafísico pelo meio, a morte de alguém próximo, significa simplesmente que perdemos essa pessoa. Isso dói. Mas não me quero alongar mais por aí, pois a minha intenção é fazer deste post um instrumento de trabalho para quem se dedica à astrologia avançada.

Todos nós ouvimos falar ou lemos sobre a Grande Cruz de Agosto. Que, no meu mapa pessoal, tem estado a fazer uma enorme pressão na minha Vénus natal, que está no grau 4 de Câncer, Casa 2. Enquanto Quadratura T tem sido sempre a ser espremido ao máximo. Para quem pratica astrologia avançada já percebeu o filme desta minha Vénus: Plutão a fazer uma oposição na casa 8, o sítio da morte; Saturno (na casa 5, os afectos, ou falta deles), Úrano e Júpiter (na casa 11, a dos amigos) a fazerem quadratura. Simples, não é?

Num dos posts mencionados mais atrás escrevi isto: 'Quando Vénus recebe uma oposição de Plutão, podemos esperar uma etapa muito ligada às experiências da afectividade, mas nem sempre com um tom muito feliz, podendo surgir problemas, com soluções pouco razoáveis.' Este era o enunciado teórico da situação. Num outro post também mencionado acima, escrevi isto: 'Isto pode acontecer se os teu trânsitos indicarem que a tua Vénus natal está a receber uma oposição de Plutão. E depende muito da tua Lua natal, que não esteja em situação de incompatibilidade com Vénus natal.'

E não é que a Lua, em ambos os falecimentos teve a função simbólica de fazer o 'disparo'? Em ambas as ocasiões, as horas dos falecimentos coincidem com a Lua em trânsito opondo-se a Vénus, a fazer uma conjunção a Plutão em trânsito, ambos em Capricórnio, na Casa 8, o espaço onde, entre outras coisas, se trata dos assuntos ligados à morte. Quando estava em Quarto Crescente. As duas mortes estão separadas apenas por 29 dias, o que perfaz o ciclo completo da Lua. No caso do meu compadre, a Lua estava nessa conjunção 'antes' de tocar em Plutão e no caso do meu cunhado, estava 'depois'.

Em ambos os casos, essa Lua em trânsito fazia uma quadratura ao meu Neptuno natal, a exigir de mim, maior interiorização, maior aceitação, pois o meu papel era estar presente ao lado de duas mulheres importantes na minha vida: a Rosa Maria, minha irmã e a Manuela, minha comadre.

Que acontecerá na última volta destes trânsitos? Nem quero pensar nisso.

A vida nesta reencarnação e neste planeta, praticamente resume-se à aprendizagem das emoções e dos sentimentos. E de como aceitamos as situações.

A dor física é um sinal de alarme

23 de agosto de 2010 · 10 comentários

Num sentido muito geral, a nível físico, Marte é o planeta da dor. Saturno (a aprendizagem da dor) é o planeta da mágoa, encarada em temos psíquicos ou espirituais. Por isso, se falar tanto em 'carma'.
Fisicamente, a dor é um sinal de alarme que não deve ser desprezado, disfarçado ou eliminado enquanto não se perceber a sua causa. O corpo é o espelho da consciência, o palco onde se manifestam os desequilíbrios do Ser total.
Assim, ao contrário do que é comum, qualquer sintoma deve ser entendido como um bloqueio energético em algum plano da consciência, ou seja, a manifestação física da distorção mental que aflige a pessoa.
Em vez de rejeitarmos a dor, devemos tentar compreender para o que ela chama a atenção.

Somos ET's no nosso próprio planeta?

22 de agosto de 2010 · 22 comentários

Ilustração: copyright, 2006, António Rosa [Cova do Urso]

Clicar para ver maior.

Fonte informativa principal para este texto:
O “
Livro de Urântia” - clicar: 123456

Todas as citações neste texto são do “Livro de Urântia”.


Este artigo foi publicado em primeira mão em 2006 no meu antigo blogue «Postais da Novalis». Os apontamentos astrológicos inseridos no texto foram escritos para o artigo poder ser publicado no «Cova do Urso» a 17/12/2008. Está a ser republicado, com pequenas alterações, a 22 Agosto 2010.


Aviso: Para os mais apressados será um texto longo e potencialmente aborrecido.

Quando se fala em vidas passadas, a nossa mente “parece” estar preparada para fazer uma leitura bastante parcial do assunto, em termos espaciais e temporais. Pensarmos em vidas passadas, aparentemente, reduz-se a isto: a) Em termos espaciais, apenas ao planeta Terra – Urântia, como parece ser conhecido no cosmos.- b) Em termos temporais, aos últimos quatro a cinco mil anos.

A nossa memória celular está tão atulhada de lixo psíquico, que mais parece ficar reduzida a uma espécie de ecrã (tela) muito pequeno. O “filme” das nossas vidas passadas aparenta possuir apenas uma bobine, em vez de 3, 4 ou 5, além de não conseguir passar em ecrã gigante e de alta definição. Hoje já não são bobines, mas sim 'megabytes' de imagens e sons.

Aparentemente, a mente ternária – aquela que pertence ao nosso aparelho físico [corpos físico, mental e emocional] – absorve com facilidade a ideia de vidas passadas havidas desde os egípcios até hoje, ou uns tempos anteriores. Os tais 5.000 anos (números redondos) que mencionei acima. Para lá dessa época, até há pouco tempo, o que se sabia, pertencia ao nível das excepções. O mesmo acontece com a localização dessas vidas passadas. São sempre no planeta Terra [Urântia].

Obviamente, o véu que cobre a nossa experiência neste planeta não nos permitia ver para além do nosso centro habitacional. Não nos possibilitava ir a vidas para além do sistema gravitacional do nosso planeta. Nem nos permite, ainda, em plenitude consciente. Parecia que estávamos comprimidos neste sistema de gravidade do nosso planeta, como uma lata de coca-cola, enquanto está fechada.

No entanto, desde os anos 80, a malha magnética terrestre foi tremendamente alargada e esse véu transformou-se em malha muito mais aberta e já vai sendo possível intuir e ver horizontes mais vastos, e em passados mais recuados, aqui e fora de Urântia, nome cósmico do nosso planeta. Os leitores da entidade conhecida como «Kryon» sabem do que estou a falar. Dizem os que sabem, que em breve até essa malha mais aberta será removida.

Em termos astrológicos, a abertura da malha magnética do nosso planeta corresponde à transição da caminhada de Plutão de Balança/Libra para Escorpião. Seria interessante que estudiosos da astrologia investigassem esta correlação astrológica. Um dia isso terá que acontecer para trazer maior clareza a estes assuntos.

Indo à razão deste texto. Quase todos somos ET’s, no estrito sentido do nosso Ser e respectiva mónada não terem sido criados neste planeta. Não serem naturais de Urântia [Terra], conhecendo-se poucas excepções. Pertencemos a esferas [planetas] que estão inseridas em outros sistemas estelares. As razões porque escolhemos ter vindo até este planeta não é o assunto deste artigo e requer uma explicação separada que já existe, se investigarem na internet.

A nossa origem Extra Terrestre também parece ser uma das razões, porque ainda ficamos fascinados com uma bela noite límpida, em que vemos aqueles milhões de pontinhos no céu.

O Homem, ao longo do tempo, conseguiu olhar para as estrelas e catalogá-las. Foi assim que começou a astrologia, a astronomia e, muito mais tarde, a astrofísica. A tecnologia permitiu perceber que o universo é de uma vastidão abismal. O Homem reconhece que aquilo que sabe do universo, nada é, comparável ao ainda desconhecido.

Quando olhamos para o céu, vemos apenas uma parte daquilo que chamamos de Via Láctea:



Visão a partir dos hemisférios norte (em cima) e sul (em baixo).


Na primeira metade do século XX surgiu o Livro de Urântia [clicar] [é o nome que o nosso planeta tem no cosmos], que explica de uma maneira muito especial, as questões da cosmogenia e da espiritualidade. [Vale a pena arranjar tempo para consultar os sites lincados acima.] Antes, já houvera informações. Depois, surgiram autores, pensadores e canais que têm explicado muito bem estas e outras questões, sob os mais variados pontos de vista. Criei a ilustração no topo do artigo para tentar mostrar, em grá
fico e de uma forma simplificada e bastante grosseira, o que o Livro de Urântia nos conta sobre os supernuviversos, portanto, sobre as nossas origens cósmicas.

A Grande Fonte é um grande universo central, chamado Havona, é o creador [não é erro de escrita] dos restantes. Havona, no centro do gráfico, é a Primeira Grande Fonte Que Tudo É. Na nossa linguagem mais quotidiana, designamos essa incrível e poderosa fonte energética, com nomes como Deus, Alá, Adonai, Jeová, Brahama, Pai, Mãe, Grande Arquitecto, Creador, Ilha Paradisíaca, Ilha Eterna, etc.

“A primeira criação posterior a Havona dividiu-se em sete formidáveis segmentos”. “O actual esquema de administração existe quase que desde a eternidade e os governantes destes superuniversos são chamados de Anciões de Dias.” [in 'Livro de Urântia']

“É importante que formeis primeiro uma ideia adequada acerca da constituição física e da organização material dos âmbitos do superuniverso, pois assim estareis melhor preparados para apreender a importância da maravilhosa organização que foi providenciada para o seu governo espiritual e para o avanço intelectual das criaturas de vontade que moram nas miríades de planetas habitados espalhados, aqui e ali, por todos os sete superuniversos.” [in 'Livro de Urântia']

Os sete formidáveis segmentos ou superuniversos, apontados na ilustração ao lado (igual à do topo), rodam no sentido anti-horário. Percorrem uma grande elipse, um gigantesco círculo muito alongado. “Este caminho cósmico está bem mapeado e os observadores das estrelas do superuniverso conhecem-no tão bem como os astrónomos de Urântia [Terra] conhecem as órbitas dos planetas que constituem o vosso sistema solar.” [in 'Livro de Urântia'] [Clicar na ilustração para aumentá-la.]

Nós pertencemos a um dos universos relativamente recentes e ainda em desenvolvimento. O 7º superuniverso tem como nome cósmico, a palavra Orvonton. Este 7º superuniverso, nesta fase da nossa vida, está numa trajectória relativamente recta, em direcção ao norte, a leste de Havona. Estas direcções cardeais são dadas apenas porque a nossa mente necessita de parâmetros orientadores.

O Livro de Urântia diz-nos que cada superuniverso é composto por 10 Sectores Maiores, por sua vez divididos em 100 Sectores Menores. Cada Sector Menor é o somatório de 100 Universos Locais. Em cada Universo Local existirão 10.000.000 de planetas habitáveis. São números simples e algo abstractos, apenas para entendermos a grandeza do mundo do Pai.

À semelhança de Havona, existe uma Fonte Que Tudo É em cada Universo Local, em cada Sector Menor, em cada Sector Maior, em cada Superuniverso. Pensemos mais ou menos assim, comparando a organização administrativa de um Superuniverso, à forma como o nosso país [Portugal] está organizado e passe a vulgaridade do exemplo: cada Universo Local corresponderia a uma freguesia; cada Sector Menor seria equivalente a um município; cada Sector Maior pode ser visto como um distrito e, finalmente, o Superuniverso corresponderia ao país. Repito, passe o exagero desta comparação. Apenas para entendermos do que estou a falar. No Brasil, seria mais ou menos assim: cada Universo Local corresponderia a uma freguesia [não tenho a certeza se no Brasil dão o nome de 'freguesia']; cada Sector Menor seria equivalente a um município; cada Sector Maior pode ser visto como um Estado ou Distrito Federal e, finalmente, o Superuniverso corresponderia ao país.

O nosso Universo Local chama-se Nebadon, está localizado em Orvonton, o 7º superuniverso, que gira entre os superuniversos 1 e 6. Hoje em dia, o sistema solar ao qual Urântia pertence deixou para trás, há cerca de um bilião de anos, a rota circular ao redor da curvatura sul de Havona. Por eras incontáveis, Orvonton seguirá quase que directo em direcção ao norte.

O Universo Local Nebadon também tem a sua Fonte Que Tudo É. Digamos, apenas para nos entendermos, que essa Fonte é como se fosse uma super-delegação da Primeira e Grande Fonte Que Tudo É, a de Havona.

O governante de Nebadon é um Filho Criador gerado directamente por Havona. O seu nome, segundo o Livro de Urântia é Micah, responsável e criador deste universo local. Jesus e Sananda são projecções em outros planos deste Ser de grande energia cósmica. Lúcifer é outra projecção desta mesma energia. Aliás, todos nós, ou quase todos nós. Quando alguém faz uma prece ou uma oração a Deus, ou quando fala com Ele ou O sente, na verdade está a contactar a energia divina do Filho Criador Micah, o governante do nosso universo local Nebadon.

Nos dias de hoje, quando aqui no planeta Terra usamos a palavra “Deus”, estamos a falar da Fonte Que Tudo É de Nebadon. No passado terrestre mais longínquo, essa referência era entendida como sendo o nosso Sol, na representação de Sanat Kumara. O conhecido Arcanjo Gabriel, tão amado por milhões de pessoas, e totalmente aceite por várias religiões, tem uma altíssima função em Nebadon. É quem coordena todas as funções administrativas do Universo Local de Nebadon. Como que um super primeiro-ministro. Conhecem aquele conceito bíblico de «muitas moradas do Pai»? É a isto que se está a referir. Não é o céu, purgatório ou inferno. São mesmo «moradas físicas» - sistemas, mundos, planetas, estrelas, etc. Em múltiplas dimensões. Nem todas as moradas do Pai estão ao nível de Urântia, na terceira dimensão. Isso é outra história.

Urântia [Terra] pertence ao sistema solar que está bem na parte exterior do universo local Nebadon, perto da fronteira do nosso universo local. Na ilustração ao lado, o nosso Universo Local Nebadon está assinalado a azul escuro. “Além de vós, existem mais outros; porém, no espaço, estais muito distantes daqueles sistemas físicos que giram ao redor do grande círculo e que estão relativamente próximos à Grande Fonte de Havona.” [in 'Livro de Urântia'] [Clicar na ilustração para aumentá-la.]

“Praticamente todas as regiões estelares visíveis a olho nu em Urântia pertencem ao superuniverso de Orvonton. O imenso sistema estelar da Via Láctea representa o núcleo central de Orvonton estando, em grande parte, além dos limites do vosso universo local de Nebadon.” [in 'Livro de Urântia']

Em noites límpidas e sem luar, longe das luzes artificiais das áreas urbanas, pode-se ver claramente no céu uma faixa nebulosa atravessando o hemisfério celeste de um horizonte a outro. Chamamos a essa faixa Via Láctea, devido à sua aparência, que lembrava aos povos antigos um caminho esbranquiçado como leite. A sua parte mais brilhante fica na direcção da constelação de Sagitário, sendo melhor observável no Hemisfério Sul durante as noites de Inverno.

Hoje sabemos que esta é uma visão de dentro da própria galáxia. É nessa direcção brilhante da constelação de Sagitário que se encontra a sede do governo do 7º superuniverso Orvonton. Sendo comum ouvir-se esta expressão: “Sol Central”.

A astrologia diz-nos que um dos pontos sensíveis do Zodíaco é entre os graus 26 a 28 de Sagitário, que, aparentemente, aponta para o centro do universo. O centro do 7º superuniverso. A casa do Pai Maior, ao nível do nosso entendimento. Não sei se estão ao corrente do grande debate astrológico ocorrido em todo o mundo, em fins de 2007, a quando da passagem de Plutão pelos graus 26 a 28 de Sagitário, correspondentes ao chamado Centro Galáctico. Pois! Plutão fazia conjunção a esse Centro Galáctico, a esse núcleo central de Orvoton, o nosso superuniverso, o 7º. Neste debate houve de tudo – a favor da ideia e contra a mesma. Em 2012 será o Sol a alinhar por esse Centro Galáctico. Na verdade, já se iniciou esse alinhamento.

Continuando, esta grande aglomeração de sóis, ilhas escuras do espaço, estrelas duplas, aglomerados globulares, nuvens de estrelas, nebulosas espirais e ainda de outras formas, junto com as miríades de planetas, forma algo semelhante a um relógio. O tamanho aproximado da nossa galáxia [Via Lactea] e a localização cósmica do nosso Sol são conhecidos há cerca de 80 anos terrestres. Os nossos cientistas estimam que só a Via Láctea possua entre 200 e 250 biliões de estrelas com toda uma corte majestosa de esferas [planetas]. No nosso universo local Nebadon aparenta haver 10 milhões de planetas habitáveis. Estamos a falar daquilo que constitui uma parte considerável do 7º superuniverso Orvonton.

“Os astrónomos de Urântia [Terra] identificaram aproximadamente oito dos dez Sectores Maiores de Orvonton. Os outros dois são difíceis de se reconhecer em separado porque estais obrigados a visualizar estes fenómenos a partir do interior. Se pudésseis observar o superuniverso de Orvonton, a partir de uma posição distante no espaço, reconheceríeis imediatamente os dez Sectores Maiores.” [in 'Livro de Urântia'] Muito mal comparado: é como se em Portugal, os cientistas apenas conhecem a existência de todos os distritos, excepto Açores e Trás-os-Montes; e no Brasil é como se não conhecessem a existência de apenas dois Estados, estando o resto muito bem mapeado. Os astrónomos do nosso planeta não conseguem ver 2 Sectores Maiores do nosso superuniverso Orvoton.

A ciência actual nem sequer consegue avistar os nossos superuniversos vizinhos – o 1 e o 6. Além de não conseguir avistar todo o nosso superuniverso. Lá chegaremos, porque a nossa civilização parece querer encaminhar-se para as viagens entre estrelas. É tudo uma questão de tempo. Lembremo-nos do que evoluímos nos últimos 13 a 15 milhares de anos, tempo calculado pelos cientistas terrestres. Imenso.

“O movimento absoluto de Orvonton, no sentido anti-horário, também é inato e inerente ao plano arquitectónico do universo matriz. Mas os movimentos que se interpõem são de origem composta e, em parte, derivados da segmentação constitutiva da matéria-energia nos superuniversos e, em parte, são produzidos pela acção inteligente e intencional dos organizadores de força do Paraíso.” [in 'Livro de Urântia']

“O superuniverso de Orvonton está iluminado e aquecido por mais de dez triliões de sóis resplandecentes. Estes sóis são as estrelas que podem ser observadas no vosso sistema astronómico. Mais de dois triliões estão muito distantes e são muito pequenas para serem vistos de Urântia [Terra]. Contudo, existem no universo matriz tantos sóis como há gotas de água nos oceanos do vosso mundo.” [in 'Livro de Urântia']

Bom, poderíamos continuar a desenvolver esta ideia de universo, mas creio ter enfatizado o suficiente para se abrirem novas possibilidades de reflexões. Regressando a Urântia, existem informações suficientes para sabermos que, por ter criado vida própria evolutiva – existem milhões de espécies no nosso planeta –, foi colonizado por sistemas vizinhos e não tão próximos. Tal e qual como os humanos sempre fizeram com os vizinhos e não tão vizinhos. E continua a fazer, quando pode. Simples réplica do que os seus genes dizem para fazer.

Que fizeram os portugueses, espanhóis, ingleses e franceses em África, Ásia e Américas? Colonizaram, apoderaram-se, dominaram, escravizaram, exploraram, roubaram. Mas também fizeram coisas muito boas, pois era o sistema evolutivo a funcionar. O mesmo aconteceu há vários milhões de anos com o planeta Terra [Urântia]. De constelações conhecidas vieram diversas civilizações para, simplesmente, pilharem o que pudessem dos produtos da natureza então existente. Muitos deles fizeram experiências genéticas com os seres humanos de então, nós mesmos, enquanto antepassados. O processo evolutivo não se ficou pela pilhagem e manipulação genética. Foi criada uma Confederação de impérios estelares, que se opuseram àqueles que hoje conhecemos como não-confederados. Como sempre – os bons e os maus. Como nos filmes. No entanto, esta situação alterou-se, pois o universo assim o quer, por ser UNO. Estão à volta do nosso planeta mais de 250.000 culturas espaciais para nos apoiarem, por amor. Os sirianos serão os primeiros a desvelarem-se, pois são, na prática, os Pais principais da nossa raça-raíz.

Desde a sua criação, Urântia [Terra] passou pela solidificação, pela formação da ionosfera, estratosfera, pelas primeiras formas celulares, até chegar às primeiras formas primitivas humanas físicas. Desde há dezoito milhões de anos atrás, das primeiras formas humanas físicas (que ninguém se consegue lembrar nas suas regressões a vidas passadas), o planeta serviu de berço para a encarnação de uma multidão seres do cosmos. Vindos de Sírius, Orion, Canopus, Plêiades, Lira e uma longa lista de sectores estelares.

Neste período inicial, houve a encarnação da 1ª raça raiz e 2ª raça raiz, tão bem conhecidas da teosofia e de outros estudos ocultistas, e que não eram propriamente raças físicas, completamente materializadas. Isto só se deu na 3ª raça raiz, a Lemuriana, quando saiu da condição moroncial para a física. Hoje somos a 5ª raça raiz em transição para a 6ª e 7ª raça raiz. Entretanto, hoje em dia, uma quantidade importante de pessoas em todo o mundo, está muito ocupada com questões como os “starseed”, os “índigos”, os “cristais”, os “dourados”, os “esmeralda”, funções das próximas raças raízes.

O nosso planeta é muito jovem, mas apesar disso foi necessário um longo processo de 18 milhões de anos terrestres a receber a ajuda da Fraternidade Branca [clicar], criada por Santa Kumara para que o processo evolutivo não descambasse e se mentivesse no seu rumo. E é neste vai-vem reencarnacional, que podemos dizer que a maioria de nós reencarnámos em Urântia, tendo o cosmos como origem. Agora, chegou a vez de nos 'recordarmos'. Sempre fomos 'antigos', apenas não nos lembrávamos. Agora, sim, começamos a recordar-nos da nossa condição e convivência divina.

Então, voltando ao início do nosso texto, porque será que a maioria das pessoas, quando pensa em vidas passadas, fica-se habitualmente pelos últimos 5.000 anos da nossa história? No entanto, já começa a haver outras visualizações de vidas passadas. Haverá algum condicionalismo genético que nos impede de ir mais atrás?

Segundo o Livro de Urântia, somos originários de sistemas distantes, e que viemos para o nosso planeta muito antes das espécies evolutivas nativas se terem desenvolvido. Nessa fase não havia ainda o actual processo de reencarnação. Vivemos aqui há tempos imemoriais. Não temos memória disso.

Estivemos nesta esfera em outras condições e outras tarefas. As memórias lemurianas e atlântidas estão a brotar com mais intensidade, alargando-se assim, as memórias de vidas passadas. Da mesma forma que ficámos presos na malha magnética terrestre, que se foi intensificando pelas energias sombrias do comportamento humano, encontramo-nos agora no processo inverso: a malha magnética a abrir-se preparando-se para transformar essas energias negativas colectivas - guerras, crimes, desamor, materialismo, ganância, etc.

Meditar ajuda muito neste processo, mas não é suficiente, pois temos que mudar o comportamento atávico que nos acompanha. Afastar o «medo», mesmo o inconsciente, é a grande chave para começarmos a libertar as nossas energias positivas. A astrologia pode ajudar imenso neste processo espiritual.

Aos poucos estamos a sentir e perceber que parece sermos ET’s em Urântia. Ao longo de eras incontáveis aprendemos a amar este planeta, que é o nosso actual lar, além de ter vida evolutiva própria. As grandes mudanças no planeta indicam que os “tempos são chegados”. Chegou a hora de muitos, mas muitos de nós, tentarmos regressar a casa, porque essas memórias foram activadas. Meditar é um bom processo para serenar as memórias das nossas células biológicas e atávicas. Sem medo.

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Este artigo foi publicado em primeira mão em 2006 no meu antigo blogue «Postais da Novalis». Os apontamentos astrológicos inseridos no texto foram escritos para o artigo poder ser publicado no «Cova do Urso» a 17/12/2008. Está a ser republicado sem alterações a 22 Agosto 2010

Copyright - 2006, 2008, 2010, António Rosa

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Este texto foi reproduzido na íntegra, e com os devidos créditos,
no blogue «Minha Mestria». Anthonio Magalhães, muito obrigado.

A realidade é a Matrix [com legendas]

21 de agosto de 2010 · 7 comentários



O vídeo acima é uma recomendação de Astrid Annabelle


31 de agosto de 2010

International Top 50 Astrology Sites - o Cova do Urso faz parte do ranking

Esta história conta-se rapidamente. Há cerca de um ano atrevi-me a colocar o 'Cova do Urso' no site de rankings (directório) - astrology.toplisted.net - especializado em blogues e sites de astrologia. Lembro-me de, na altura, ter pensado no non-sense que era colocar um blogue em língua portuguesa, num directório basicamente destinado à língua inglesa.


Photobucket

No último fim-de-semana resolvi fazer uma 'limpeza' à enorme quantidade de endereços de sites e blogues que tenho no meu computador, nos favoritos. Apaguei imensos. Até que cheguei a este e ao clicar fiquei de boca aberta: o 'Cova do Urso' ao longo dos meses tomou relevância e entrou nos Top 50. Um blogue em língua portuguesa no meio de imensos blogues em língua inglesa!!! Fiquei feliz e agradeci ao universo. E decidi partilhar, pois pode ser que colegas astrólogos de língua portuguesa e/ou espanhola se animem a inscrever os seus blogues.

Os mais interessados e que queiram ver o interior desse site, vão reconhecer imediatamente a imagem abaixo do 'Cova do Urso', pois a barra vermelha do blogue, distingue-se com facilidade.



Agora, mostro-vos os diversos posicionamentos



Aproveito a oportunidade para lhe pedir um favor:
Se tem a intenção de espreitar nesse site, por favor, clique em cima
da imagem do meu blogue, pois esses 'click out' contam bastante no ranking.
Ao clicar virá parar ao meu blogue real.

astrology.toplisted.net

Quem quiser saber mais (FAQ's) sobre este directório, clique aqui.

O email do directório: webmaster@toplisted.net


http://astrology.toplisted.net/

Muito agradecido aos leitores que, com as suas visitas,
permitiram que eu e o 'Cova do Urso' estejamos felizes.

Ainda outro dia festejávamos as 600.000 páginas! Quem diria?


BlogDay 2010 - Apresentando 5 blogues

Blog Day 2010


A 31 de Agosto festeja-se o BlogDay, uma iniciativa para dar a conhecer 5 novos blogues aos leitores de cada espaço. Assim, tenho muito gosto em apresentar estes blogues, que aprecio muito [clicar nos nomes dos blogues]:


«Jardinagens»
Autor: Ezequiel Coelho - País: Portugal
É um sagitariano simpático, um artista multifacetado, fotógrafo de mão cheia e, como o próprio nome do blogue diz, gosta de jardinagem, sendo um profundo conhecedor de cactos. É um blogue que existe desde Abril de 2006 e trata de muitas jardinagem da vida que não apenas as flores e os cactos.

«Bliss 1000»
Orientação Vocacional Astrológica
Autor: Tereza Kawall - País: Brasil
A descrição que faz de si própria: «Estuda Astrologia desde 1977. Formada em Psicologia com pós-graduação em Psicossomática, com ênfase na orientação junguiana. Trabalhou como colaboradora da revista Planeta na criação de calendários, almanaques e edições especiais, no Jornal da Tarde com colunas semanais; escreve artigos para a revista Bons Fluídos e para os sites de astrologia Constelar e CNA. É co-autora do livro “Astrologia, os Doze Portais Mágicos” onde assinou o capítulo sobre o signo de Leão (editora Talento, 2001).»

«Nosso Cotidiano»
Autor: Hugo de Oliveira - País: Brasil
A descrição que faz de si próprio: «Pedagogo pela FAEM(2007)Pós-Graduado em Gestão do Trabalho Pedagógico pela UNIME(2008)Formação em Gestão Cultural pela UESC (2008) Atua como assessor e coordenador na área educacional, elaborando projetos, cursos e palestras. Com habilidades em comunicação, relações humanas e gestão pessoal.»

«Nos Interstícios da Luz»
Autor: João Henriques - País: Portugal
É um blogue muito jovem, mas francamente prometedor. Basta o seu autor querer e poderá ser um blogue em expansão e com reconhecimento. Não lhe falta qualidade na escrita.

«Entendendo Astrologia»
Autor: Luan Ramos - País: Brasil
A descrição que faz de si próprio: «Sol em Virgem, Ascendente em Touro e Lua em Escorpião ;)»

http://technorati.com/tag/BlogDay2010


30 de agosto de 2010

Inicia-se a retirada de parte da tropa americana do Iraque

O Presidente dos Estados Unidos da América, Barack Obama, afirmou este sábado [28/8/2010] que a guerra no Iraque "está prestes a terminar", e que o dia 31/7/2010 foi definido para a retirada das tropas norte-americanas naquele país. Obama disse: «Quando eu era candidato a este cargo, prometi que poria fim a esta guerra. Enquanto Presidente, é o que me preparo para fazer. Fizemos regressar a casa mais de 90 mil soldados desde que assumi funções». «No dia 31, após mais de sete anos, os Estados Unidos vão pôr termo à sua missão de combate no Iraque e ultrapassar uma etapa importante para o fim responsável da guerra», declarou Obama. Está prevista a saída de 14 mil militares a 31 de Agosto e a permanência de 50 mil, até 2011, para assessorar e formar o exército e a polícia do Iraque.

O chefe do Estado-Maior iraquiano, Babaker Zebari, avisou que a retirada dos militares norte-americanos até 2011 será prematura, porque as suas forças não serão capazes de garantir a segurança do país antes de 2020.



Clique para aumentar o mapa dos EUA no dia da retirada de parte das tropas

Para quem não sabe ou não se lembra, o Iraque invadiu o Kuwait no dia 2 Agosto 1990 e, anos depois foi invadida pelos Estados Unidos da América em Março de 2003, aparentemente como resposta ao terrorismo (lembremo-nos que em 11 Setembro 2001 tinha-se dado a tragédia das World Trade Center), mas sobretudo porque George Bush e o seu staff acreditavam que o Iraque estava a produzir armamento nuclear e armas químicas de destruição massiva. Foi aquilo que se sabe: uma tragédia, com os milhares de mortos de ambos os lados. E, para desonra dos Estados Unidos, não foram encontradas nenhumas dessas supostas armas fatais. Pelo meio, e como preparativos para a invasão, Bush declarou que o Iraque pertencia o «Eixo do Mal», juntamente com o Irão e a Coreia do Norte.

Foram precisos vários anos para surgir um candidato a presidente dos EUA, Barack Obama, que dissesse claramente, que o exército americano regressaria a casa. Esse regresso começa no dia 31 de Agosto, com um enorme conjunto de 14.000 soldados. Conseguimos imaginar a alegria das famílias? Mães, esposas, pais, filhos, tios, primos, amigos e vizinhos a comemorarem o regresso dos seus jovens (e menos jovens, também). Permanecem ainda no Iraque 50.000 que, de forma escalonada regressarão todos a casa, até aos finais de 2011. Oxalá não haja más notícias, pois Plutão e Saturno continuam em quadratura.

Olhando para o mapa dos EUA e para os seus trânsitos para o dia 31 de Agosto, o primeiro que se percebe é que este regresso é um dos efeitos imediatos da Grande Cruz 2010, tão amplamente tratada na internet (clica aqui).

O ascendente Sagitário, que representa o povo americano, está em óptimo estado celeste, pois tem apenas Mercúrio retrógrado a fazer quadratura. Não é difícil imaginar quem se está a opôr: a oposição governamental (republicanos), os lobies instalados representativos dos interesses dos fabricantes de armas e equipamento militar, assim como fornecedores de alimentos e medicamentos às tropas instaladas no Iraque (serão biliões de dólares anuais que deixam de facturar) e, como sempre os extremistas políticos. Quando muito poderá haver muitas famílias desiludidas por ainda terem que esperar mais algum tempo pelos filhos.

O Sol encontra-se muito bem, sem praticamente receber aspectos. O Saturno natal também está muito sossegado, recebendo apenas uma quadratura de Mercúrio retrógrado. natal recebe aspectos doces e amigáveis de JúpiterVénus e Marte, facilitando a vida em todos os sentidos. Úrano não recebe nenhum aspecto tenso. Plutão, fruto da Grande Cruz, ainda recebe uma quadratura de Saturno. Pois é: ainda ficam 50.000 militares em terreno iraquiano. Nem tudo é perfeito.


29 de agosto de 2010

A gata Lola a ser cruelmente atirada para o lixo - análise astrológica

No sábado, a 21 de Agosto, na Inglaterra, país conhecido por serem pessoas cuidadosas com os animais, ocorreu uma cena com alguém muito perturbado. Mary Balle vinha a passar quando lhe surgiu a gata Lola e até a acariciou. Ali ao lado havia um daqueles depósitos urbanos de lixo, de cor verde e, Mary certificando-se que ninguém a via, agarrou a gata pela nuca e atirou-a para dentro do recipiente do lixo. E seguiu caminho, como se nada tivesse ocorrido. Lola foi descoberta 15 horas depois pelos seus proprietários e já está em casa e salva.

Todo o incidente foi captado por câmaras de segurança e logo virou notícia em todo o mundo. Primeiro na intenet, no Facebook e no You Tube e quase que imediatamente passou para as televisões. Foi notícia mundial. Milhões de pessoas viram a ocorrência. Pouco tempo depois foi noticiado que a polícia tinha encontrado a mulher responsável, mas ao invés de prendê-la deu-lhe protecção policial, tal a era a fúria das pessoas.

Sempre me perguntei: e porque os operadores das camâras que filmaram toda a situação, não tentaram socorrer a Lola, imediatamente, preferindo colocar na intert - Facebook e You Tube [se quiserem localizar esta história procurem pelas palavras chaves].



Vamos à análise astrológoca do acontecimento:

Gostaria de saber qual a relevância astrológica que seria necessário para um evento tão grotresco como este. O primeiro a apontar é o facto de nesse dia 21 de Agosto, Urano estava em Peixes está no grau 29 e retrógrado, que é considerado ser um grau crítico. O trânsito também coincidiu com a entrada precoce do Sol em Virgem e a entrada de Mercúrio no mesmo signo mas retrógrado. Tanto Virgem e Peixes são conhecidos por serem os amantes dos animais, sobretudo os domésticos. Para além disso a Casa 6, regida por Mercúrio (retrógrado )é a Casa das regras de Virgem e trata dos pequenos animais, questões de saúde e assim por diante.

Peixes rege a empatia, bondade, e emite o sinal de que odeia de ver sofrimento. O vídeo levantou muitos protestos de todo o mundo, pela crueldade que no ser humano ainda pratica com mos animais. Dentro da famosa Grande Cruz 2010, Úrano está em quadratura com Plutão e como regente da Internet foi mais um escândalo «chocante» que se deu sob os nossos olhos. Neptuno fazia oposição ao Sol, fazendo com as coisas ficassem mais 'aéreas'. Sem consistência. Vénus e Marte, 'agarradinhos' circulavam pela mapa desse dia, na casa 12, o sítio das reclusões. Saturno estava Peregrino de planetas pessoais, ou seja não fazia aspectos pessoais ao Sol, Mercúrio, Vénus e Marte. A Lua ao passar por Capricórnio, não estava no seu melhor estado.

Seria interessante conhecer o mapa emocional daquela mulher.


A vida após a morte ou, melhor ainda, a vida após a vida



Foram dos melhores 9 minutos e 23 segundos que tive nos últimos tempos. É um vídeo excelente. Para todas aquelas pessoas que se dedicam à espiritualidade e, também para aquelas pessoas que dizem ter medo da morte. É uma experiência única.

Créditos: Este post foi feito por me ter inspirado na divulgação do vídeo que a Maria Santos e a Helena Jorje fizeram no Facebook. Para as conhecer pode clicar no nome delas.

28 de agosto de 2010

600.000 páginas vistas no Cova do Urso


Como pode ser conferido no contador no final da barra direita, hoje, o blogue ultrapassou as 600.000 páginas vistas pelos amigos e leitores. Isto dá-me imenso prazer, pois significa que este blogue está a ser bem aceite e a funcionar como uma fonte de informação.

Isto até parece que está a acontecer muito depressa, pois foram necessários 2 anos para, em Novembro de 2009, comemorar aqui as 500.000 páginas vistas. Depois, foram precisos 7 meses para que, em Junho deste ano, a comemoração fosse as 550.000 páginas vistas. E agora, em 2 meses, cinquenta mil páginas foram acessadas pelos leitores, passando para o total de 600.000 páginas vistas. Vamos a caminho do próximo número mágico.


Estou muito feliz!


Muito agradecido a todos.

Este contador encontra-se no fim da barra direita do blogue.


Páginas vistas até ao momento


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Contagem apenas desde Março 2008 apesar deste blogue existir desde Novembro 2007

Mais de 600.000 páginas vistas ao longo destes posts e comentários,
e parece que vamos ter que comemorar os 1.000 posts.




Desencarne colectivo no Paquistão

Até ao momento: mais de 1.600 mortos. 6 milhões de desalojados. 20 milhões de afectados, fruto de uma catástrofe natural. Lembremo-nos dos animais também. São números gigantescos. Nos últimos tempos são frequentes outros desencarnes colectivos, com maiores ou menores números, um pouco por todo o mundo. Estes cenários serão cada vez mais frequentes.

Nós, os vivos temos, igualmente, que socorrer as almas desencarnadas nessa mesma tragédia.

Quem pratica meditação ou faz círculos de luz, ou se dedica a trabalhos espirituais também deve ajudar essas almas abruptamente desencarnadas, pois milhares e milhares delas podem estar em sofrimento, por ainda estarem ligadas aos seus corpos já sem vida.

Enviar Luz e energia crística é um caminho muito positivo. Quem saiba mais profundamente sobre estes assuntos, certamente já estará em acção desde a primeira hora.

Juntemo-nos espiritualmente, enviando Luz, de modo a apaziguarmos qualquer sofrimento que ainda possa haver, ao nível das almas que escolheram desencarnar colectivamente.

As orações também são bem-vindas, feitas especialmente com essa intenção. Preces, orações e meditações aliadas à nossa intenção de apoiarmos o caminho evolutivo das almas desencarnadas.

Peçam à Chama Violeta para purificar todos os que partiram, que fizeram a passagem, para que eles recebam a sua Ascensão.

Não sei explicar melhor. Lamento.


Fotos, aqui.

O Tibério já está muito melhor



Este é um tipo de post que não é habitual no 'Cova do Urso', mas apeteceu-me partilhar que o Tibério já está muito melhor. Para quem não saiba, o Tibério é o pastor alemão que vive comigo vai a caminho de 11 anos. Na época, já adulto, tinha sido abandonado, preso a uma árvore, nas traseiras de uma casa velha abandonada. O veterinário do Tibério calcula que ele possa ter à volta de 14 ou 15 anos. Portanto, já é velhote, tal como eu. Temos envelhecido juntos, com muita alegria, muito companheirismo e alguns sustos pelo meio. Em casa, também vivem 2 gatos [o Preto e o Gabriel] que já lá estavam quando o Tibério apareceu na nossa vida. Entre eles, tudo pacífico.

A foto de cima, mostra-nos os medicamentos que o Tibério tem estado a tomar, para além de 2 injecções que teve que levar no veterinário. Tem sido uma história macaca fazer com que ele tomasse 8 comprimidos por dia. Agora, já está reduzido a 2 comprimidos e dentro de 3 dias ficará só com 1 comprimido, mas para o resto da vida dele e é a caixa da esquerda que tem a foto de um pastor alemão.


Aqui está o Tibério, deitado ao meu lado, debaixo na minha mesa de trabalho. Tinha acabado de tomar 4 comprimidos seguidos e estava desaustinado e ficou de costas para mim, como que a protestar por ser obrigado a tomar comprimidos que ele detesta.


Esta é a caixa de plástico onde guardo os medicamentos do Tibério. Está ao lado da minha própria, onde guardo os meus medicamentos, também 9 por dia, mas crónico.


Um exemplo de Plutão em Capricórnio


Hoje fiquei muito surpreendido. Fui à farmácia reabastecer-me de comprimidos para mim e descobri que o preço do 'Sinvastatina Biolipe' desceu abruptamente. De 27 euros passou para 13,88 €. Com a comparticipação a que tenho direito, paguei apenas 6,10 €. Isto é fruto de uma Lei recente em Portugal que obrigou as farmacêuticas a baixarem substancialmente uma grande quantidade de medicamentos para doentes crónicos. Mas a Lei era clara: baixar o preço dentro da margem de lucro das farmacêuticas. Vejam só: se ainda continuam a ter lucro com o novo preço, mais baixo, imagine-se o que ganharam durante anos e anos. Um excesso. É Plutão em Capricórnio a favorecer os povos em detrimento de multinacionais bilionárias que vivem à custa das necessidades de saúde dos seres humanos.

27 de agosto de 2010

Blog Action Day 2010: Ajude a escolher um tópico para este ano


O dia 15 de Outubro está muito próximo para você poder participar no «Blog Action Day 2010». Mas antes o site «Change.org» propõe-lhe que vote para escolher o tema deste ano do «Blog Action Day».


Deixo aqui o link do que foi o Blog Action Day 2009 e o tema 'Clima'
Conheça o blogue deste movimento, clicando aqui.

Actualmente, a selecção inclui os seguintes temas, mas eles continuarão a colher sugestões até que a votação seja encerrada.

Água: A ONU declarou recentemente que a água é um direito humano, mas milhões de pessoas no mundo ainda não têm sequer acesso à mais básica, trazendo doenças e a possibilidade de conflitos militares em torno do acesso à água potável.

Tráfico de Seres Humanos: Da prostituição ao trabalho forçado, mais de 27 milhões de pessoas são escravas nos tempos modernos, fazendo o tráfico de seres humanos uma tragédia no mundo.

Mulheres: O grupo mais discriminado no mundo não é minoria. Da desigualdade de escolaridade a redução de oportunidades económicas, as mulheres enfrentam um grau desproporcional de adversidade em todo o mundo.

Alimentação sustentável: A agricultura industrial tomou conta do suprimento mundial de alimentos, criando obesidade no mundo desenvolvido e difundindo as culturas de alimentos geneticamente modificadas e muitas vezes acabando com a agricultura local no mundo em desenvolvimento.

Fome: Enquanto muitos de nós podemos ter uma alimentação saudável e nutritiva, mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo acreditam que é um luxo inacessível.

Oceanos: A sobrepesca e a poluição dizimaram incontáveis espécies de peixes e outros vida marinha ao longo das últimas décadas, e derrames de petróleo recentes têm mostrado o quão vulnerável a vida aquática é perante as catástrofes provocadas pelo homem.

Em 2009, mais de 31.000 posts foram feitos por todo o mundo sobre o tema das alterações climáticas. Por isso vote no seu tema favorito. Participe.


24 de agosto de 2010

Usar a intuição, as emoções e o corpo físico


Este post foi publicado no 'Cova do Urso' a 21 Julho 2008.
Estou numa fase de republicar os textos que eu próprio escrevi e gostei.
Arejar. Movimentar. Libertar.


[Estarei ausente do blogue durante alguns dias]

Ocorreu-me pensar um pouco sobre a capacidade de verbalizarmos as nossas emoções. As mulheres, com destacada vantagem em relação aos homens, têm a enorme capacidade de verbalizarem as emoções de uma forma natural. As mulheres têm o condão de saberem falar daquilo que as incomoda, das expectativas e frustrações que carregam. Isso é muito positivo. Nas consultas de astrologia isto é mais que óbvio.

Essa capacidade de verbalização das emoções permite afastar, aligeirar ou curar muitos sintomas que se podem transformar em situações mais graves na vida das pessoas. Sem irmos mais longe, vejam-se os milhares de blogues que existem na internet. As mulheres conseguem falar de tudo o que lhes vai na alma. De tudo, mesmo. Os blogues dos homens são, regra geral, de outra natureza.

O ser humano nasce com o “kit” de avisos para a sua cura pessoal: intuição, emoções e corpo físico. Digamos que seria o nosso manual de instruções. Os bebés sabem usar a intuição. Vão crescendo e aos 3 ou 4 anos, (ou antes) a família e a comunidade (escolinha, etc.) tudo fazem para encharcar a criança com questões meramente mentais, tapando com isso a sua natural intuição. A Lua também é intuição. Por informações que vou tendo, já há muitos educadores sintonizados com novas formas de preparar as crianças.

Se vamos perdendo o contacto com a nossa intuição, há uma outra energia que está sempre presente: as emoções. Novamente, a Lua. Dar atenção ao estado emocional (não confundir com sentimental / amoroso) é importante para evitarmos situações desastradas na nossa vida. Uma Lua progredida pode ajudar imenso na compreensão de certas situações na nossa vida.

A última parte do nosso “kit” diz respeito ao corpo físico. Quando não damos atenção às nossas emoções, o corpo físico começa a emitir sinais. Quando o corpo emite avisos, é sinal que alguma coisa anda mesmo mal connosco mesmos. Chegamos a adoecer. Por vezes, com sérias complicações. É necessário reaprender a conhecer os sinais da nossa intuição, das nossas emoções e, por fim, do nosso corpo físico.

O corpo só fala quando as outras vias estão entupidas ou tapadas – a intuição e as emoções. As ferramentas astrológicas podem dar-nos preciosas informações do nosso estado anímico no momento.

Imagine isto: damos um jeito ao ombro direito e ficamos com dores. No mínimo, significa que a pessoa anda a forçar alguém para fazer determinada coisa. A outra pessoa não gosta da ideia, e até sabemos isso. Sabemos isso no mais fundo de nós mesmos. Sabemos que estamos a forçar alguém a fazer uma coisa contra a sua vontade. Ah! Casais, namorados e amigos!

Mas, obstinados, forçamos… A intuição diz-nos que não deveríamos forçar. Num segundo nível, as nossas emoções ficam voláteis e avisam-nos que não deveríamos seguir aquele caminho. Nós mesmos vamos tapando os avisos. Só resta a última oportunidade e sempre a mais dolorosa – o corpo avisa-nos… arranjando uma forma de darmos um jeito ao ombro direito. Claro que há variações neste jeito dado ao ombro direito. Pode ir de uma leve impressão de incómodo até situações bem mais graves. Depende sempre daquilo que andamos a fazer.

É aquela velha máxima: “O material tem sempre razão”.

Os que estudamos astrologia, deveríamos estar aptos a prestar atenção a estes pormenores e, assim, termos uma visão holística das situações.

[Estarei ausente do blogue durante alguns dias]

A morte, Vénus e a Lua


Passei recentemente por dois acontecimentos tristes: no dia 21 de Julho, foi o falecimento do meu compadre e no dia 20 de Agosto, foi o desencarne do meu cunhado. Eu sou daquele tipo de astrólogos que não está sempre a olhar para os seus próprios mapas. Passam semanas que nem olho para os meus trânsitos. Mas desta vez resolvi olhar com muita atenção, atendendo aos dois falecimentos tão recentes e tentar perceber as coisas astrológicas.

Este blogue está praticamente inundado com assuntos de Vénus [exemplos: aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, mas há mais] e habitualmente tenho escrito sobre amor, relacionamentos ou sexualidade e a respectiva complexidade destes assuntos. Não me recordo de ter associado este planeta à morte. Tive que aprender a duras penas. Não que Vénus possa causar a morte, mas significando que podemos passar por momentos de dor e perda com a morte de alguém.

Em termos meramente físicos, sem qualquer pensamento metafísico pelo meio, a morte de alguém próximo, significa simplesmente que perdemos essa pessoa. Isso dói. Mas não me quero alongar mais por aí, pois a minha intenção é fazer deste post um instrumento de trabalho para quem se dedica à astrologia avançada.

Todos nós ouvimos falar ou lemos sobre a Grande Cruz de Agosto. Que, no meu mapa pessoal, tem estado a fazer uma enorme pressão na minha Vénus natal, que está no grau 4 de Câncer, Casa 2. Enquanto Quadratura T tem sido sempre a ser espremido ao máximo. Para quem pratica astrologia avançada já percebeu o filme desta minha Vénus: Plutão a fazer uma oposição na casa 8, o sítio da morte; Saturno (na casa 5, os afectos, ou falta deles), Úrano e Júpiter (na casa 11, a dos amigos) a fazerem quadratura. Simples, não é?

Num dos posts mencionados mais atrás escrevi isto: 'Quando Vénus recebe uma oposição de Plutão, podemos esperar uma etapa muito ligada às experiências da afectividade, mas nem sempre com um tom muito feliz, podendo surgir problemas, com soluções pouco razoáveis.' Este era o enunciado teórico da situação. Num outro post também mencionado acima, escrevi isto: 'Isto pode acontecer se os teu trânsitos indicarem que a tua Vénus natal está a receber uma oposição de Plutão. E depende muito da tua Lua natal, que não esteja em situação de incompatibilidade com Vénus natal.'

E não é que a Lua, em ambos os falecimentos teve a função simbólica de fazer o 'disparo'? Em ambas as ocasiões, as horas dos falecimentos coincidem com a Lua em trânsito opondo-se a Vénus, a fazer uma conjunção a Plutão em trânsito, ambos em Capricórnio, na Casa 8, o espaço onde, entre outras coisas, se trata dos assuntos ligados à morte. Quando estava em Quarto Crescente. As duas mortes estão separadas apenas por 29 dias, o que perfaz o ciclo completo da Lua. No caso do meu compadre, a Lua estava nessa conjunção 'antes' de tocar em Plutão e no caso do meu cunhado, estava 'depois'.

Em ambos os casos, essa Lua em trânsito fazia uma quadratura ao meu Neptuno natal, a exigir de mim, maior interiorização, maior aceitação, pois o meu papel era estar presente ao lado de duas mulheres importantes na minha vida: a Rosa Maria, minha irmã e a Manuela, minha comadre.

Que acontecerá na última volta destes trânsitos? Nem quero pensar nisso.

A vida nesta reencarnação e neste planeta, praticamente resume-se à aprendizagem das emoções e dos sentimentos. E de como aceitamos as situações.

23 de agosto de 2010

A dor física é um sinal de alarme

Num sentido muito geral, a nível físico, Marte é o planeta da dor. Saturno (a aprendizagem da dor) é o planeta da mágoa, encarada em temos psíquicos ou espirituais. Por isso, se falar tanto em 'carma'.
Fisicamente, a dor é um sinal de alarme que não deve ser desprezado, disfarçado ou eliminado enquanto não se perceber a sua causa. O corpo é o espelho da consciência, o palco onde se manifestam os desequilíbrios do Ser total.
Assim, ao contrário do que é comum, qualquer sintoma deve ser entendido como um bloqueio energético em algum plano da consciência, ou seja, a manifestação física da distorção mental que aflige a pessoa.
Em vez de rejeitarmos a dor, devemos tentar compreender para o que ela chama a atenção.

22 de agosto de 2010

Somos ET's no nosso próprio planeta?

Ilustração: copyright, 2006, António Rosa [Cova do Urso]

Clicar para ver maior.

Fonte informativa principal para este texto:
O “
Livro de Urântia” - clicar: 123456

Todas as citações neste texto são do “Livro de Urântia”.


Este artigo foi publicado em primeira mão em 2006 no meu antigo blogue «Postais da Novalis». Os apontamentos astrológicos inseridos no texto foram escritos para o artigo poder ser publicado no «Cova do Urso» a 17/12/2008. Está a ser republicado, com pequenas alterações, a 22 Agosto 2010.


Aviso: Para os mais apressados será um texto longo e potencialmente aborrecido.

Quando se fala em vidas passadas, a nossa mente “parece” estar preparada para fazer uma leitura bastante parcial do assunto, em termos espaciais e temporais. Pensarmos em vidas passadas, aparentemente, reduz-se a isto: a) Em termos espaciais, apenas ao planeta Terra – Urântia, como parece ser conhecido no cosmos.- b) Em termos temporais, aos últimos quatro a cinco mil anos.

A nossa memória celular está tão atulhada de lixo psíquico, que mais parece ficar reduzida a uma espécie de ecrã (tela) muito pequeno. O “filme” das nossas vidas passadas aparenta possuir apenas uma bobine, em vez de 3, 4 ou 5, além de não conseguir passar em ecrã gigante e de alta definição. Hoje já não são bobines, mas sim 'megabytes' de imagens e sons.

Aparentemente, a mente ternária – aquela que pertence ao nosso aparelho físico [corpos físico, mental e emocional] – absorve com facilidade a ideia de vidas passadas havidas desde os egípcios até hoje, ou uns tempos anteriores. Os tais 5.000 anos (números redondos) que mencionei acima. Para lá dessa época, até há pouco tempo, o que se sabia, pertencia ao nível das excepções. O mesmo acontece com a localização dessas vidas passadas. São sempre no planeta Terra [Urântia].

Obviamente, o véu que cobre a nossa experiência neste planeta não nos permitia ver para além do nosso centro habitacional. Não nos possibilitava ir a vidas para além do sistema gravitacional do nosso planeta. Nem nos permite, ainda, em plenitude consciente. Parecia que estávamos comprimidos neste sistema de gravidade do nosso planeta, como uma lata de coca-cola, enquanto está fechada.

No entanto, desde os anos 80, a malha magnética terrestre foi tremendamente alargada e esse véu transformou-se em malha muito mais aberta e já vai sendo possível intuir e ver horizontes mais vastos, e em passados mais recuados, aqui e fora de Urântia, nome cósmico do nosso planeta. Os leitores da entidade conhecida como «Kryon» sabem do que estou a falar. Dizem os que sabem, que em breve até essa malha mais aberta será removida.

Em termos astrológicos, a abertura da malha magnética do nosso planeta corresponde à transição da caminhada de Plutão de Balança/Libra para Escorpião. Seria interessante que estudiosos da astrologia investigassem esta correlação astrológica. Um dia isso terá que acontecer para trazer maior clareza a estes assuntos.

Indo à razão deste texto. Quase todos somos ET’s, no estrito sentido do nosso Ser e respectiva mónada não terem sido criados neste planeta. Não serem naturais de Urântia [Terra], conhecendo-se poucas excepções. Pertencemos a esferas [planetas] que estão inseridas em outros sistemas estelares. As razões porque escolhemos ter vindo até este planeta não é o assunto deste artigo e requer uma explicação separada que já existe, se investigarem na internet.

A nossa origem Extra Terrestre também parece ser uma das razões, porque ainda ficamos fascinados com uma bela noite límpida, em que vemos aqueles milhões de pontinhos no céu.

O Homem, ao longo do tempo, conseguiu olhar para as estrelas e catalogá-las. Foi assim que começou a astrologia, a astronomia e, muito mais tarde, a astrofísica. A tecnologia permitiu perceber que o universo é de uma vastidão abismal. O Homem reconhece que aquilo que sabe do universo, nada é, comparável ao ainda desconhecido.

Quando olhamos para o céu, vemos apenas uma parte daquilo que chamamos de Via Láctea:



Visão a partir dos hemisférios norte (em cima) e sul (em baixo).


Na primeira metade do século XX surgiu o Livro de Urântia [clicar] [é o nome que o nosso planeta tem no cosmos], que explica de uma maneira muito especial, as questões da cosmogenia e da espiritualidade. [Vale a pena arranjar tempo para consultar os sites lincados acima.] Antes, já houvera informações. Depois, surgiram autores, pensadores e canais que têm explicado muito bem estas e outras questões, sob os mais variados pontos de vista. Criei a ilustração no topo do artigo para tentar mostrar, em grá
fico e de uma forma simplificada e bastante grosseira, o que o Livro de Urântia nos conta sobre os supernuviversos, portanto, sobre as nossas origens cósmicas.

A Grande Fonte é um grande universo central, chamado Havona, é o creador [não é erro de escrita] dos restantes. Havona, no centro do gráfico, é a Primeira Grande Fonte Que Tudo É. Na nossa linguagem mais quotidiana, designamos essa incrível e poderosa fonte energética, com nomes como Deus, Alá, Adonai, Jeová, Brahama, Pai, Mãe, Grande Arquitecto, Creador, Ilha Paradisíaca, Ilha Eterna, etc.

“A primeira criação posterior a Havona dividiu-se em sete formidáveis segmentos”. “O actual esquema de administração existe quase que desde a eternidade e os governantes destes superuniversos são chamados de Anciões de Dias.” [in 'Livro de Urântia']

“É importante que formeis primeiro uma ideia adequada acerca da constituição física e da organização material dos âmbitos do superuniverso, pois assim estareis melhor preparados para apreender a importância da maravilhosa organização que foi providenciada para o seu governo espiritual e para o avanço intelectual das criaturas de vontade que moram nas miríades de planetas habitados espalhados, aqui e ali, por todos os sete superuniversos.” [in 'Livro de Urântia']

Os sete formidáveis segmentos ou superuniversos, apontados na ilustração ao lado (igual à do topo), rodam no sentido anti-horário. Percorrem uma grande elipse, um gigantesco círculo muito alongado. “Este caminho cósmico está bem mapeado e os observadores das estrelas do superuniverso conhecem-no tão bem como os astrónomos de Urântia [Terra] conhecem as órbitas dos planetas que constituem o vosso sistema solar.” [in 'Livro de Urântia'] [Clicar na ilustração para aumentá-la.]

Nós pertencemos a um dos universos relativamente recentes e ainda em desenvolvimento. O 7º superuniverso tem como nome cósmico, a palavra Orvonton. Este 7º superuniverso, nesta fase da nossa vida, está numa trajectória relativamente recta, em direcção ao norte, a leste de Havona. Estas direcções cardeais são dadas apenas porque a nossa mente necessita de parâmetros orientadores.

O Livro de Urântia diz-nos que cada superuniverso é composto por 10 Sectores Maiores, por sua vez divididos em 100 Sectores Menores. Cada Sector Menor é o somatório de 100 Universos Locais. Em cada Universo Local existirão 10.000.000 de planetas habitáveis. São números simples e algo abstractos, apenas para entendermos a grandeza do mundo do Pai.

À semelhança de Havona, existe uma Fonte Que Tudo É em cada Universo Local, em cada Sector Menor, em cada Sector Maior, em cada Superuniverso. Pensemos mais ou menos assim, comparando a organização administrativa de um Superuniverso, à forma como o nosso país [Portugal] está organizado e passe a vulgaridade do exemplo: cada Universo Local corresponderia a uma freguesia; cada Sector Menor seria equivalente a um município; cada Sector Maior pode ser visto como um distrito e, finalmente, o Superuniverso corresponderia ao país. Repito, passe o exagero desta comparação. Apenas para entendermos do que estou a falar. No Brasil, seria mais ou menos assim: cada Universo Local corresponderia a uma freguesia [não tenho a certeza se no Brasil dão o nome de 'freguesia']; cada Sector Menor seria equivalente a um município; cada Sector Maior pode ser visto como um Estado ou Distrito Federal e, finalmente, o Superuniverso corresponderia ao país.

O nosso Universo Local chama-se Nebadon, está localizado em Orvonton, o 7º superuniverso, que gira entre os superuniversos 1 e 6. Hoje em dia, o sistema solar ao qual Urântia pertence deixou para trás, há cerca de um bilião de anos, a rota circular ao redor da curvatura sul de Havona. Por eras incontáveis, Orvonton seguirá quase que directo em direcção ao norte.

O Universo Local Nebadon também tem a sua Fonte Que Tudo É. Digamos, apenas para nos entendermos, que essa Fonte é como se fosse uma super-delegação da Primeira e Grande Fonte Que Tudo É, a de Havona.

O governante de Nebadon é um Filho Criador gerado directamente por Havona. O seu nome, segundo o Livro de Urântia é Micah, responsável e criador deste universo local. Jesus e Sananda são projecções em outros planos deste Ser de grande energia cósmica. Lúcifer é outra projecção desta mesma energia. Aliás, todos nós, ou quase todos nós. Quando alguém faz uma prece ou uma oração a Deus, ou quando fala com Ele ou O sente, na verdade está a contactar a energia divina do Filho Criador Micah, o governante do nosso universo local Nebadon.

Nos dias de hoje, quando aqui no planeta Terra usamos a palavra “Deus”, estamos a falar da Fonte Que Tudo É de Nebadon. No passado terrestre mais longínquo, essa referência era entendida como sendo o nosso Sol, na representação de Sanat Kumara. O conhecido Arcanjo Gabriel, tão amado por milhões de pessoas, e totalmente aceite por várias religiões, tem uma altíssima função em Nebadon. É quem coordena todas as funções administrativas do Universo Local de Nebadon. Como que um super primeiro-ministro. Conhecem aquele conceito bíblico de «muitas moradas do Pai»? É a isto que se está a referir. Não é o céu, purgatório ou inferno. São mesmo «moradas físicas» - sistemas, mundos, planetas, estrelas, etc. Em múltiplas dimensões. Nem todas as moradas do Pai estão ao nível de Urântia, na terceira dimensão. Isso é outra história.

Urântia [Terra] pertence ao sistema solar que está bem na parte exterior do universo local Nebadon, perto da fronteira do nosso universo local. Na ilustração ao lado, o nosso Universo Local Nebadon está assinalado a azul escuro. “Além de vós, existem mais outros; porém, no espaço, estais muito distantes daqueles sistemas físicos que giram ao redor do grande círculo e que estão relativamente próximos à Grande Fonte de Havona.” [in 'Livro de Urântia'] [Clicar na ilustração para aumentá-la.]

“Praticamente todas as regiões estelares visíveis a olho nu em Urântia pertencem ao superuniverso de Orvonton. O imenso sistema estelar da Via Láctea representa o núcleo central de Orvonton estando, em grande parte, além dos limites do vosso universo local de Nebadon.” [in 'Livro de Urântia']

Em noites límpidas e sem luar, longe das luzes artificiais das áreas urbanas, pode-se ver claramente no céu uma faixa nebulosa atravessando o hemisfério celeste de um horizonte a outro. Chamamos a essa faixa Via Láctea, devido à sua aparência, que lembrava aos povos antigos um caminho esbranquiçado como leite. A sua parte mais brilhante fica na direcção da constelação de Sagitário, sendo melhor observável no Hemisfério Sul durante as noites de Inverno.

Hoje sabemos que esta é uma visão de dentro da própria galáxia. É nessa direcção brilhante da constelação de Sagitário que se encontra a sede do governo do 7º superuniverso Orvonton. Sendo comum ouvir-se esta expressão: “Sol Central”.

A astrologia diz-nos que um dos pontos sensíveis do Zodíaco é entre os graus 26 a 28 de Sagitário, que, aparentemente, aponta para o centro do universo. O centro do 7º superuniverso. A casa do Pai Maior, ao nível do nosso entendimento. Não sei se estão ao corrente do grande debate astrológico ocorrido em todo o mundo, em fins de 2007, a quando da passagem de Plutão pelos graus 26 a 28 de Sagitário, correspondentes ao chamado Centro Galáctico. Pois! Plutão fazia conjunção a esse Centro Galáctico, a esse núcleo central de Orvoton, o nosso superuniverso, o 7º. Neste debate houve de tudo – a favor da ideia e contra a mesma. Em 2012 será o Sol a alinhar por esse Centro Galáctico. Na verdade, já se iniciou esse alinhamento.

Continuando, esta grande aglomeração de sóis, ilhas escuras do espaço, estrelas duplas, aglomerados globulares, nuvens de estrelas, nebulosas espirais e ainda de outras formas, junto com as miríades de planetas, forma algo semelhante a um relógio. O tamanho aproximado da nossa galáxia [Via Lactea] e a localização cósmica do nosso Sol são conhecidos há cerca de 80 anos terrestres. Os nossos cientistas estimam que só a Via Láctea possua entre 200 e 250 biliões de estrelas com toda uma corte majestosa de esferas [planetas]. No nosso universo local Nebadon aparenta haver 10 milhões de planetas habitáveis. Estamos a falar daquilo que constitui uma parte considerável do 7º superuniverso Orvonton.

“Os astrónomos de Urântia [Terra] identificaram aproximadamente oito dos dez Sectores Maiores de Orvonton. Os outros dois são difíceis de se reconhecer em separado porque estais obrigados a visualizar estes fenómenos a partir do interior. Se pudésseis observar o superuniverso de Orvonton, a partir de uma posição distante no espaço, reconheceríeis imediatamente os dez Sectores Maiores.” [in 'Livro de Urântia'] Muito mal comparado: é como se em Portugal, os cientistas apenas conhecem a existência de todos os distritos, excepto Açores e Trás-os-Montes; e no Brasil é como se não conhecessem a existência de apenas dois Estados, estando o resto muito bem mapeado. Os astrónomos do nosso planeta não conseguem ver 2 Sectores Maiores do nosso superuniverso Orvoton.

A ciência actual nem sequer consegue avistar os nossos superuniversos vizinhos – o 1 e o 6. Além de não conseguir avistar todo o nosso superuniverso. Lá chegaremos, porque a nossa civilização parece querer encaminhar-se para as viagens entre estrelas. É tudo uma questão de tempo. Lembremo-nos do que evoluímos nos últimos 13 a 15 milhares de anos, tempo calculado pelos cientistas terrestres. Imenso.

“O movimento absoluto de Orvonton, no sentido anti-horário, também é inato e inerente ao plano arquitectónico do universo matriz. Mas os movimentos que se interpõem são de origem composta e, em parte, derivados da segmentação constitutiva da matéria-energia nos superuniversos e, em parte, são produzidos pela acção inteligente e intencional dos organizadores de força do Paraíso.” [in 'Livro de Urântia']

“O superuniverso de Orvonton está iluminado e aquecido por mais de dez triliões de sóis resplandecentes. Estes sóis são as estrelas que podem ser observadas no vosso sistema astronómico. Mais de dois triliões estão muito distantes e são muito pequenas para serem vistos de Urântia [Terra]. Contudo, existem no universo matriz tantos sóis como há gotas de água nos oceanos do vosso mundo.” [in 'Livro de Urântia']

Bom, poderíamos continuar a desenvolver esta ideia de universo, mas creio ter enfatizado o suficiente para se abrirem novas possibilidades de reflexões. Regressando a Urântia, existem informações suficientes para sabermos que, por ter criado vida própria evolutiva – existem milhões de espécies no nosso planeta –, foi colonizado por sistemas vizinhos e não tão próximos. Tal e qual como os humanos sempre fizeram com os vizinhos e não tão vizinhos. E continua a fazer, quando pode. Simples réplica do que os seus genes dizem para fazer.

Que fizeram os portugueses, espanhóis, ingleses e franceses em África, Ásia e Américas? Colonizaram, apoderaram-se, dominaram, escravizaram, exploraram, roubaram. Mas também fizeram coisas muito boas, pois era o sistema evolutivo a funcionar. O mesmo aconteceu há vários milhões de anos com o planeta Terra [Urântia]. De constelações conhecidas vieram diversas civilizações para, simplesmente, pilharem o que pudessem dos produtos da natureza então existente. Muitos deles fizeram experiências genéticas com os seres humanos de então, nós mesmos, enquanto antepassados. O processo evolutivo não se ficou pela pilhagem e manipulação genética. Foi criada uma Confederação de impérios estelares, que se opuseram àqueles que hoje conhecemos como não-confederados. Como sempre – os bons e os maus. Como nos filmes. No entanto, esta situação alterou-se, pois o universo assim o quer, por ser UNO. Estão à volta do nosso planeta mais de 250.000 culturas espaciais para nos apoiarem, por amor. Os sirianos serão os primeiros a desvelarem-se, pois são, na prática, os Pais principais da nossa raça-raíz.

Desde a sua criação, Urântia [Terra] passou pela solidificação, pela formação da ionosfera, estratosfera, pelas primeiras formas celulares, até chegar às primeiras formas primitivas humanas físicas. Desde há dezoito milhões de anos atrás, das primeiras formas humanas físicas (que ninguém se consegue lembrar nas suas regressões a vidas passadas), o planeta serviu de berço para a encarnação de uma multidão seres do cosmos. Vindos de Sírius, Orion, Canopus, Plêiades, Lira e uma longa lista de sectores estelares.

Neste período inicial, houve a encarnação da 1ª raça raiz e 2ª raça raiz, tão bem conhecidas da teosofia e de outros estudos ocultistas, e que não eram propriamente raças físicas, completamente materializadas. Isto só se deu na 3ª raça raiz, a Lemuriana, quando saiu da condição moroncial para a física. Hoje somos a 5ª raça raiz em transição para a 6ª e 7ª raça raiz. Entretanto, hoje em dia, uma quantidade importante de pessoas em todo o mundo, está muito ocupada com questões como os “starseed”, os “índigos”, os “cristais”, os “dourados”, os “esmeralda”, funções das próximas raças raízes.

O nosso planeta é muito jovem, mas apesar disso foi necessário um longo processo de 18 milhões de anos terrestres a receber a ajuda da Fraternidade Branca [clicar], criada por Santa Kumara para que o processo evolutivo não descambasse e se mentivesse no seu rumo. E é neste vai-vem reencarnacional, que podemos dizer que a maioria de nós reencarnámos em Urântia, tendo o cosmos como origem. Agora, chegou a vez de nos 'recordarmos'. Sempre fomos 'antigos', apenas não nos lembrávamos. Agora, sim, começamos a recordar-nos da nossa condição e convivência divina.

Então, voltando ao início do nosso texto, porque será que a maioria das pessoas, quando pensa em vidas passadas, fica-se habitualmente pelos últimos 5.000 anos da nossa história? No entanto, já começa a haver outras visualizações de vidas passadas. Haverá algum condicionalismo genético que nos impede de ir mais atrás?

Segundo o Livro de Urântia, somos originários de sistemas distantes, e que viemos para o nosso planeta muito antes das espécies evolutivas nativas se terem desenvolvido. Nessa fase não havia ainda o actual processo de reencarnação. Vivemos aqui há tempos imemoriais. Não temos memória disso.

Estivemos nesta esfera em outras condições e outras tarefas. As memórias lemurianas e atlântidas estão a brotar com mais intensidade, alargando-se assim, as memórias de vidas passadas. Da mesma forma que ficámos presos na malha magnética terrestre, que se foi intensificando pelas energias sombrias do comportamento humano, encontramo-nos agora no processo inverso: a malha magnética a abrir-se preparando-se para transformar essas energias negativas colectivas - guerras, crimes, desamor, materialismo, ganância, etc.

Meditar ajuda muito neste processo, mas não é suficiente, pois temos que mudar o comportamento atávico que nos acompanha. Afastar o «medo», mesmo o inconsciente, é a grande chave para começarmos a libertar as nossas energias positivas. A astrologia pode ajudar imenso neste processo espiritual.

Aos poucos estamos a sentir e perceber que parece sermos ET’s em Urântia. Ao longo de eras incontáveis aprendemos a amar este planeta, que é o nosso actual lar, além de ter vida evolutiva própria. As grandes mudanças no planeta indicam que os “tempos são chegados”. Chegou a hora de muitos, mas muitos de nós, tentarmos regressar a casa, porque essas memórias foram activadas. Meditar é um bom processo para serenar as memórias das nossas células biológicas e atávicas. Sem medo.

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Este artigo foi publicado em primeira mão em 2006 no meu antigo blogue «Postais da Novalis». Os apontamentos astrológicos inseridos no texto foram escritos para o artigo poder ser publicado no «Cova do Urso» a 17/12/2008. Está a ser republicado sem alterações a 22 Agosto 2010

Copyright - 2006, 2008, 2010, António Rosa

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Este texto foi reproduzido na íntegra, e com os devidos créditos,
no blogue «Minha Mestria». Anthonio Magalhães, muito obrigado.

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